Há um ciclo de oportunidades e ações que garante a valorização de bens culturais e históricos em qualquer lugar. Primeiro é preciso conhecer o patrimônio. Saber sua trajetória, suas narrativas. Assim, começa a se estabelecer uma identificação entre a população e o espaço. Por fim, surge então a vontade de cuidar, de preservar o que é seu.
Especialista em Patrimônio Cultural e Educação Patrimonial, a historiadora Anna Raquel Castro comenta que muitos espaços públicos em Belém não estão em condições adequadas e mereciam mais atenção. O ideal é que sejam instituídas políticas públicas que despertem o interesse da população. Por isso o projeto A Era do Ferro, realização do DIÁRIO com o patrocínio da Vale e governo do Pará - com apoio do Museu da Universidade Federal do Pará, é interessante.
“O projeto dá a vários públicos o acesso ao conhecimento. É uma forma de conscientizar e sensibilizar. Mostrar que o cidadão faz parte da história. Se você não conhece, não tem como se identificar”.
Raquel gostou tanto da novidade que vem colecionando todas as maquetes publicadas no jornal. Ontem foi a vez da segunda parte do Mercado de Carne, representação que ela já montou com perfeição, bem diferente da primeira. “No início até me atrapalhei um pouco, mas agora elas já estão perfeitas. Guardo em casa, uma do lado da outra”, mostra.
>> Leia a matéria completa no hotsite da coleção A Era do Ferro
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar