Palco de manifestações culturais, a Praça da República vem testemunhando as modificações sociais ocorridas na cidade ao longo dos séculos. O Pavilhão de Música Santa Helena Magno, ou o Coreto de Ferro, como ficou conhecido o espaço próximo à Assis de Vasconcelos, por exemplo, já faz parte do imaginário popular como pedaço da vasta cultura arquitetônica paraense.
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O coreto faz parte de um equipamento arquitetônico que conta ainda com mais dois coretos, um teatro, um bar e um monumento. A Praça da República já foi um imenso terreno descampado que ligava o bairro da Campina à capela que abrigava a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, hoje Basílica Santuário. Pouco tempo depois, foi elevado no local um armazém para estocagem de pólvora, e passou a ser conhecido como o Largo da Pólvora. Mas foi em 1878, com a inauguração do Theatro da Paz, que o espaço ganhou ares requintados e começou a chamar atenção da sociedade. A partir de então, iniciou o processo de urbanização nos arredores e a implantação das três estruturas.
(Diário do Pará)
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