Os professores do Colégio Tenente Rêgo Barros paralisaram as atividades durante esta segunda-feira (04) e estão reunidos, desde as 8h30, no auditório da instituição para discutir as reivindicações da categoria.
“São motivos nacionais e regionais que nos fizeram parar. Ainda não aderimos a greve dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), que iniciaram no dia 17 do mês passado. Mas provavelmente é o que vai acontecer”, disse o professor Carlito Aragão.
Como o Rêgo Barros é um colégio militar, a imprensa está sendo impedida de entrar para acompanhar a reunião, mas os professores disseram que irão para a rua expor os problemas e falar com os jornalistas.
Dentre as questões nacionais, estão o reajuste salarial e a jornada de trabalho. Mas especificamente no Rêgo Barros, os docentes lutam por melhorias na infra-estrutura do local; aumento no número de funcionários, que atualmente é insuficiente; pela falta de material didático que dificulta o ensino; entre outros.
“No período da tarde, em algumas salas que não são climatizadas, principalmente as das crianças, que vai até o 5º ano, o calor é insuportável. O estacionamento alaga. Temos apenas uma hora de almoço e não temos estrutura para fazermos uma higiene básica nesse intervalo”, ressaltou Carlito Aragão.
Após a reunião entre os professores da instituição, todos participarão ainda hoje de uma plenária no Sindicato dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe-Pa).
“Vamos ter informações da greve nacional e também vamos colocar a nossa situação. Provavelmente iniciaremos a greve no próximo dia 11, juntamente com os técnicos-administrativos das IFES”, comentou o professor.
(DOL)
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