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Preço do feijão em Belém é recordista de aumento

A alimentação básica dos paraenses ficou entre as dez mais caras do país segundo estudo realizado em maio pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócioeconômicos). Um dos grandes vilões que contribuiu para o aumento foi o feijão

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A alimentação básica dos paraenses ficou entre as dez mais caras do país segundo estudo realizado em maio pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócioeconômicos). Um dos grandes vilões que contribuiu para o aumento foi o feijão que continua sofrendo reajuste no preço. Em maio não foi diferente, o produto foi comercializado em média a R$ 6,02.

Segundo o departamento, nos primeiros cinco meses de 2012 Belém foi a recordista nacional na alta no preço do feijão com aumento acumulado de 70,06%; seguida de Fortaleza com alta de 66,39%; de São Paulo com alta de 63,08%; de Recife com alta de 60,94%; de Natal com alta de 60,83%; de João Pessoa com alta de 57,92%; de Goiânia com alta de 56,29%; de Aracaju com 52,72% e de Belo Horizonte com alta de 50,51 %.

Ao longo dos anos, o feijão que é um dos produtos básicos da alimentação foi um dos que mais sofreram aumento de preço, com alta de quase 447% em 18 anos do Plano Real. Em 1994, o quilo que custava R$1,10 hoje é comercializado em média a R$6,02.

Para Roberto Sena, supervisor do Dieese, a falta de política que garanta o abastecimento interno é um dos fatores determinantes para o aumento alarmante.

E as expectativas do Dieese não são animadoras. As altas de preços nos produtos básicos como o feijão devem continuar. As pesquisas deste inicio de junho já mostram que o preço do quilo de feijão (tipo rajado ou cavalo) em alguns locais já está sendo comercializado com preços em torno R$ 6,20.

(DOL com informações do Dieese/PA)

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