A matemática é uma ciência milenar. Atividades como a pecuária, a agricultura e, principalmente, o comércio só puderam se desenvolver graças às mentes que criaram os numerais arábicos, por exemplo, que começaram a ser usados no ocidente no fim da Idade Média. Ontem, a série “Diário Enem 2012” trouxe o terceiro caderno do eixo “Matemática E Suas Tecnologias”. Foram 16 questões para ajudar os alunos com uma das disciplinas que ainda assustam muita gente no vestibular.
Segundo o professor de matemática Wilson Maranhão, a razão para tanta gente “torcer o nariz” para os números pode ser explicada por possíveis traumas ainda no ensino fundamental. “É natural que o aluno tenha habilidades para algumas coisas e para outras, não. O problema é que, ao invés de tentar exercitar o cálculo e tentar superar as dificuldades, muita gente prefere dizer que não gosta e simplesmente se afasta da matéria”.
Segundo o professor, mais do que ser bom de conta, o aluno precisa ter uma boa leitura. “É fundamental ter um bom português, se manter bem informado, para poder relacionar o conteúdo com fatos do cotidiano e fazer a modelagem matemática da questão”.
Para Maranhão, a série ajuda a levar conhecimento a quem não tem muitos recursos financeiros para investir na educação. “O projeto ajuda a dar oportunidades a todos os alunos. O público de escola pública, que geralmente não tem muitas oportunidades, dispõe de um banco de dados muito bom por um preço acessível”.
Talita Paiva, 18 anos, João Pedro Aquime, 16, e o seu irmão, Alexandre Aquime, 24, prestarão vestibular para medicina. Em comum, os três têm o desejo de cuidar de quem precisa e vivem uma intensa rotina de estudos. Porém, diferente dos irmãos Aquime, Talita não se dá tão bem com os números. “Eu tenho um pouco de dificuldade para contextualizar as questões, principalmente quando tem muito texto”.
Já Pedro diz que sua matéria favorita é química e que os números nunca lhe deram dor de cabeça. “Como eu gosto muito da parte de cálculos e reações químicas, eu nunca tive muito problema com exatas”.
Alexandre, que é formado em bioquímica, já tem experiência com processos seletivos. Para o candidato, os fascículos são muito úteis na hora de colocar o aprendizado em prática. “O caderno é muito bom, principalmente para quem já viu a matéria, porque é importante fazer o máximo de exercícios no menor tempo possível. É preciso exercitar bem para minimizar os erros”.
SÉRIE
Ontem, a série “Diário Enem 2012” trouxe o terceiro caderno do eixo “Matemática e suas tecnologias”.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar