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Bebidas estão mais caras neste verão

A alta temperatura já é uma marca em todo o estado do Pará. Com a aproximação de julho, quando os paraenses seguem rumo aos balneários para curtir o verão e as férias escolares, o consumo de bebidas aumenta consideravelmente. Mas para evitar a desidrataçã

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A alta temperatura já é uma marca em todo o estado do Pará. Com a aproximação de julho, quando os paraenses seguem rumo aos balneários para curtir o verão e as férias escolares, o consumo de bebidas aumenta consideravelmente. Mas para evitar a desidratação, o consumidor terá que pagar mais caro pela água, refrigerantes e sucos naturais.

Vários comerciantes foram ouvidos pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) e confirmaram a alta de preços. Na Região Metropolitana de Belém, as bebidas tiveram um reajuste de até 10%, quando comparado aos preços do mesmo período do ano passado.

Os refrigerantes em lata (350 ml), por exemplo, estão sendo comercializados nos supermercados por preços que variam de R$ 1,09 a R$ 1,49, dependendo da marca e do local de compra. Em bares, restaurantes e na venda por ambulantes, o produto pode ser encontrado nos valores de R$ 2,50 a R$ 3,50.

A água de coco, bebida rica em vitaminas, está sendo comercializada com preços que variam entre R$ 2,50 a R$ 3, deixando um lucro líquido para os comerciantes de quase 100% em cada unidade vendida.

Os sucos de frutas naturais regionais também são bastante consumidos, mas os preços tanto das frutas como dos sucos, também estão bastante caros.

As pesquisas do Dieese/PA também mostram o aumento expressivo no valor das frutas comercializadas nas feiras e supermercados, nos últimos 12 meses. Os reajustes mais consideráveis foram: mamão (68,18%); melancia (20,90%); maracujá (11,50%); manga rosa (10,36%); sapotilha (9,59%); acerola (4,64%); e goiaba (2,91%). O cupuaçu também ficou mais caro, com o quilo custando, em média, R$ 2,78; a graviola, com a média de R$ 7,50 e o melão, custando em torno de R$ 2,40.

Em consequência dos altos preços das frutas, os sucos também ficaram mais caros, variando entre R$ 1,50 a R$ 4, dependendo do local de venda e da fruta utilizada.

Se o consumidor optar pela água mineral, também terá que pagar mais caro. Nos supermercados, o "copinho" de 200 ml está custando entre R$ 0,33 e R$ 0,35; já a "garrafinha" de 300 ml varia de R$ 0,49 a R$ 0,50 a unidade. Nos bares e restaurantes, a água dobra de preço: os "copinhos" de 200 ml podem ser encontrados com preços em torno de R$ 1 e a garrafinha de 300 ml com preços variando entre R$ 1,50 a R$ 2, mesmo valor encontrado nas vendas dos ambulantes.

A estimativa do Dieese/PA é que os valores das bebidas continuam crescendo até o final de julho, já que o calor será constante neste mês.

(DOL)

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