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Incra e Funasa entram em greve no Pará

Os funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Pará entraram hoje (18) em greve geral, acompanhando o movimento nacional de paralisação dos servidores públicos federais. Segundo o

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Os funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Pará entraram hoje (18) em greve geral, acompanhando o movimento nacional de paralisação dos servidores públicos federais. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Estado do Pará (Sintsepp) a greve é uma resposta dos trabalhadores à intransigência do governo federal à pauta de reivindicações da campanha salarial dos servidores.

Na Funasa a greve foi decidida em assembléia geral no dia 12 e hoje (18) os funcionários paralisaram todas as atividades, com exceção da Casa do Índio, que continua em funcionamento.

Segundo Neide Solimões, do Sintsepp, a greve é por tempo indeterminado, “até que o governo decida dialogar sobre nossas reivindicações”, explicou. Entre as principais reivindicações estão um reajuste de 22,08% nos salários dos trabalhadores, além de melhores condições de trabalho.

No Incra a adesão também foi forte, os funcionários do órgão aprovaram a greve em assembléia geral no último dia 15. “Até agora nenhum dirigente do órgão manifestou-se sobre manutenção de serviços essenciais, seja, verbalmente ou através da justiça. Enquanto não houver diálogo ou negociação a greve vai continuar. Em Santarém e Marabá o Incra já paralisou 100% de suas atividades, em Belém esse número chega a mais de 60% e amanhã vamos continuar o movimento”, contou Cedício Monteiro, coordenador do Sintsepp.

Hoje, às 18h, a Superintendência do órgão em Belém receberá o comando de greve para uma reunião onde serão discutidas as reivindicações e outras questões referentes às condições de trabalho. Apesar de a greve ser nacional, a direção do comando acredita que o encontro com o superintendente pode ser positivo na ponte entre os grevistas e o governo federal.

No Pará, 100% dos serviços prestados pelo Incra estão suspensos. Segundo o dirigente do Sintsepp, o prolongamento da greve pode causar atraso no andamento de processos de regulamentação e mesmo prejudicar os projetos que prestam auxílio aos assentamentos.

As greves no serviço público federal também atingem o setor da educação – com a greve de professores em mais de 40 universidades federais e técnicos administrativos do ensino superior.

REFORMA AGRÁRIA
Aproveitando a mobilização da categoria, os funcionários do Incra unem-se amanhã (19) em um ato em conjunto com representantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) para o pedido de uma ação no Ministério Público Federal pedindo que o instituto cumpra a sua função de promover a reforma agrária.

“No nosso entendimento, o Incra não tem cumprido o seu papel de promover a reforma agrária. Ultimamente as suas ações são restritas aos processos de regularização fundiária, e isso não acontece por culpa dos servidores, claro, mas por conta de um novo direcionamento que o governo federal tem dado ao órgão”, argumentou Cedício Monteiro.

(Marina Chiari/ DOL)

Leia mais:

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Reitor da UFPA reúne com técnicos da instituição

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http://diarioonline.com.br/noticia-205778-.html
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