Os sete portões da Universidade Federal do Pará (UFPA) amanheceram fechados na manhã desta quinta-feira (21), como forma de protesto dos professores que seguem em greve. Em cada portão tem grupos de docentes, técnicos e estudantes.
“Nem carros, nem motos podem entrar, apenas pedestres. Essa foi uma maneira ecologicamente correta de chamar atenção do Governo, que mesmo após 35 dias de greve, ainda não abriu as negociações”, disse Max Costa, assessor de comunicação da Associação dos Docentes da UFPA (Adufpa).
A ação, denominada “Um dia sem carro”, deve durar até as 14h, quando os professores seguirão para Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), onde terá uma audiência pública para debater a situação das universidades federais e dos docentes.
“Outro protesto será realizado lá na frente, mas esse, com um tom bem humorado. Será feito o enterro simbólico do ministro da educação, Aluízio Mercadante”, adiantou Max Costa.
Ao todo, são 55 instituições federais paradas em todo o país. As principais reivindicações dos professores são: a reestruturação da carreira e melhores condições de trabalho.
(DOL)
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