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Corpo do menino Kelvys será exumado neste sábado

O Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e a Polícia Civil realizam hoje (23) a exumação do corpo do garoto Kelvys Simão, 2 anos, que está enterrado no cemitério da ilha de Cotijuba, região insular de Belém.As equipes saíram às 8h da manhã da sede d

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O Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e a Polícia Civil realizam hoje (23) a exumação do corpo do garoto Kelvys Simão, 2 anos, que está enterrado no cemitério da ilha de Cotijuba, região insular de Belém.

As equipes saíram às 8h da manhã da sede do Grupamento Fluvial do Estado, na rodovia Arthur Bernardes, ao lado do Hospital da Rede Sara Kubitschek, em uma embarcação da Polícia Civil até a ilha de Cotijuba. Lá, quatro peritos fazem a exumação do corpo e, em seguida, o encaminharão para o Instituto de Criminalística, para realização da necropsia.

A exumação do corpo da criança foi autorizada na quarta-feira passada, pela Comarca Judiciária de Icoaraci, por solicitação do delegado Rogério Moraes, da Delegacia de Ordem Administrativa (DOA), da Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe), responsável pelas investigações da morte do menino.

No dia 1º deste mês, o garoto Kelvys Simão foi atendido no Hospital Abelardo Santos, com suspeita de pneumonia e desidratação. Segundo o pai da criança, Antonio Carlos Freitas dos Santos, Kelvys teria sido submetido a excessivas aplicações de aerossol, o que teria provocado uma parada respiratória. Após 15 minutos de tentativa de reanimar o garoto, o pai foi informado do falecimento pela equipe médica.

No dia seguinte, já na ilha de Cotijuba, Kelvys teria acordado, durante o velório, sentado no caixão e pedido para beber água. O pai chegou a levá-lo para o hospital, mas ele já chegou morto. Na guia de sepultamento da criança consta como causa da morte insuficiência respiratória, desidratação e broncopneumonia.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O inquérito é presidido pelo delegado da Dioe Rogério Moraes e, durante a investigação, foram ouvidas cerca de 15 testemunhas, que teriam presenciado o fato inusitado ocorrido no velório.

(DOL com informações do Diário do Pará)

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