Com o início do veraneio no próximo final de semana, aumenta a saída para os balneários paraenses e o custo dos transportes preocupa quem deseja relaxar e se divertir, seja pelo preço do combustível para os carros particulares, ou das passagens de ônibus, barco ou avião.
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) o aumento no setor foi quase generalizado, a exceção foi o transporte rodoviário intermunicipal, que oficialmente não teve reajuste, mas que em período de maior fluxo de passageiros retira os descontos e as promoções passando a praticar as chamadas “tarifas cheias”.
Em pesquisa realizada pelo Dieese ontem (27) e hoje (28), em alguns guichês do Terminal Rodoviário de Belém, o valor das passagens são os seguintes: Mosqueiro e Castanhal, R$ 8,50; Vigia, R$ 10,25; Barcarena, R$ 12; São Caetano, R$ 13,65; Curuça e Capanema, R$ 16,50; Bragança e Salinas, R$ 18,50; Marudá, R$ 19,50; e Cametá, R$ 33.
Algumas localidades, como Salinas, Bragança e Capanema ainda estão operando, pelo menos até hoje, com preços promocionais, as demais já estão com a “tarifa cheia”.
No caso especifico da linha urbana para Mosqueiro, gerenciada pela Prefeitura de Belém, os preços também não sofreram reajustes nos últimos 12 meses e continuam a R$ 3,30. Este valor é bem menor que o cobrado no ônibus intermunicipal, de R$ 8,50.
As passagens interestaduais ficam mais caras em cerca de 3% a partir do dia 1º de julho. O reajuste foi autorizado pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), no dia 26 de junho.
Por outro lado, quem vai pegar a estrada em carro particular gastará mais, com o aumento do litro da gasolina, que atualmente está custando em média R$ 2,729. O menor preço encontrado foi de R$ 2,550 e o maior de R$ 2,950.
Já o valor médio do álcool é de R$ 2,276. Sendo que o menor preço encontrado foi de R$2,149 e o maior R$ 2,499. O preço do óleo diesel está, em média, R$ 2,179, com o menor preço de R$ 1,990 e o maior a R$ 2,390.
Enquanto as passagens aéreas tiveram reajustes em torno de 25% nos últimos 12 meses.
(DOL, com informações do Dieese/PA)
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