O acesso e a permanência de estudantes travestis e transexuais nas escolas da Rede Pública Estadual de Ensino são alvo da campanha pela inclusão do Nome Social lançada nesta terça-feira (3), no auditório do Laboratório Central (Lacen), em Belém.
A campanha tem o objetivo de efetivar, no cotidiano das escolas, a portaria 16 de 2008 e o decreto 1675 de 2009, que preveem o respeito ao nome social, independentemente de registro civil, sobretudo no ato da matrícula.
De 2009 até hoje, o crescimento de estudantes que passaram a usar no pré-nome social foi tímido, partindo de 417 naquele ano para 550 em 2012.
Durante a programação de lançamento, a representante do Grupo de Resistência de Travestis e Transexuais da Amazônia (Gretta), Simmy Larrat, apresentou conceitos de sexo, gênero, orientação sexual, transexualidade, travestilidade e transgêneros.
De acordo com a coordenadora de Ações Complementares para Educação da Seduc, professora Socorro Montalvão, a campanha terá continuidade com a formação de diretores, professores e técnicos das escolas. “Este é um primeiro momento para que possamos conseguir o acesso e a efetiva utilização do nome social no momento de ingresso do aluno na escola.
Precisamos resgatar esses jovens que estão fora da escola e fazer com que ele não seja excluído da fase escolar, que é fundamental para formação de todos os cidadãos”, afirmou a coordenadora.
(Agência Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar