Moradores do residencial Aluísio Chaves, situado na avenida Bernardo Sayão, se mobilizaram na manhã desta quinta-feira (12) para reclamar de transtornos causados por conta das obras da macrodrenagem, na área próxima a travessa Quintino Bacaiúva, no bairro do Jurunas, em Belém.
De acordo com o líder comunitário José Luiz Junior Melo, a ponte localizada neste perímetro, que dá acesso ao residencial, está sendo deteriorada pela passagem constante de caminhões e maquinários envolvidos na obra. Cerca de 15 famílias que moram no local se sentem afetadas, pois estão tendo dificuldades para atravessar a ponte, tanto a pé quanto de carro.
As obras da macrodrenagem estão acontecendo há aproximadamente um ano e são de responsabilidade da prefeitura de Belém, mas, segundo José Aluízio, recentemente os próprios moradores precisaram fazer reparos na ponte, a qual já está danificada novamente. “Ao lado do condomínio a prefeitura fez uma base onde eles guardam materiais da obra, por isso ficam passando pela ponte o tempo todo. Com as chuvas, a situação ficou ainda pior, porque agora está só lama”, contou o representante das famílias.
A comunidade não procurou diretamente a prefeitura municipal, mas José Aluísio disse que já houve diálogos com dois profissionais encarregados da obra, os quais se comprometeram a providenciar a recuperação da ponte. Para tentar melhorar o problema, alguns reparos já estão sendo realizados na área para minimizar os transtornos até o final da obra.
Em nota, a Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb) esclarece que obras de grande porte, como as que estão sendo executadas pela Macrodrenagem da Bacia da Estrada Nova, nos canais da Quintino e da Bernardo Sayão, infelizmente ocasionam transtornos à população até a conclusão do projeto. Entretanto, a Seurb destaca, ainda, que as obras visam avanços na área, também convergindo em impactos positivos na melhoria de vida da população local. (DOL)
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