Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, motoristas e telefonistas protestaram, no início da manhã de hoje (20), na parte interna da sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), na travessa Castelo Branco, em Belém, contra o corte do abastecimento de água realizado na manhã de ontem (19) em todo o prédio. O motivo seria a falta de pagamento da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) à Cosanpa.
De acordo com os servidores, a falta de água tem impossibilitado que eles executem serviços básicos do Samu, como a lavagem das ambulâncias, material de trabalho e fazer a higiene pessoal.
"Desta forma está impossível, estamos sem condições de manter o serviço", afirma Roberto Cândido, técnico em enfermagem.
Ainda segundo o técnico, uma equipe do Corpo de Bombeiros fez, na tarde de ontem, um abastecimento na caixa d'água da unidade, mas a qualidade da água impediu o uso. "A água que os bombeiros colocaram era amarelada, até com odor característico de água da maré", reclama o servidor.
O coordenador geral do Samu, Guataçara Gabriel, conversou com os servidores e garantiu que o abastecimento de água será solucionado ainda hoje. Enquanto isso, o Corpo de Bombeiros continuará fornecendo água para o prédio.
Os manifestantes tinham decidido que apenas os casos de urgência seriam atendidos hoje, mas o serviço já voltou ao normal.
A reportagem do DOL entrou em contato com a Sesma, que informou estar apurando o caso.
(DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar