Ontem foi o último dia para visitação à exposição “Seringal”, no Espaço Cultural do Banco da Amazônia. A obra – que possui o mesmo nome da exposição – é do artista brasileiro Cândido Portinari. O público pôde conhecer de perto um pouco sobre a história do artista durante todo o mês de julho.
A tela em exposição foi feita por Portinari para homenagear uma das mais importantes casas bancárias do país, o Banco de Crédito da Borracha, atual Banco da Amazônia. A obra pertence ao Museu de Arte de Belém, mas o mural, que foi planejado para ser a fachada do banco, nunca chegou a ficar pronto. “Esta exposição é uma homenagem em comemoração aos 70 anos do Banco da Amazônia e conta a história do banco no desenvolvimento da região no período da era da borracha”, explicou Wagner Mota, analista da área de imagem e comunicação do banco.
A exposição contou com uma reprodução da obra do artista, que passa por vários processos da era da borracha, como extração da borracha, trabalho dos soldados e a natureza do seringal. Um painel contando a história do banco ao longo dos seus 70 anos e um núcleo com uma biografia de Portinari. Além das imagens, um vídeo sobre a produção do artista também foi exibido.
Segundo Mota, a expectativa é que 3.000 pessoas tenham visitado a exposição, que foi montada pela artista Nina Matos. O curador da mostra é o professor Aldrin Moura de Figueiredo, que realizou o trabalho de pesquisa dos textos.
(Diário do Pará)
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