Fazer 30 anos é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar para trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isso, é necessário ter asas e sobre o abismo voar”.
Esse pequeno trecho da crônica “Fazer 30 anos”, do escritor Affonso Romano de Sant’Anna, resume bem o atual estágio do DIÁRIO DO PARÁ: um jornal maduro, consagrado pelos leitores e líder de mercado, mas sempre inquieto e dinâmico, buscando cada vez mais inovar e se superar no que há de melhor editorial e tecnologicamente, tendo como foco principal a satisfação do seu leitor.
É com esse espírito renovador que o DIÁRIO chega aos seus 30 anos. Mais do que comemorar uma data, atingir essa idade exige acima de tudo reflexão e responsabilidade de ser hoje o jornal líder em leitores no Estado do Pará e principal veículo de divulgação dos avanços, desafios e mazelas que fazem do Pará ainda um Estado de muitos contrastes.
A primeira edição do DIÁRIO chegava às ruas no dia 22 de agosto de 1982, tendo como manchete “Eleições limpas”, com toda a carga de um periódico que nascia sob a égide política, comprometido com a redemocratização do país e a eleição de Jader Barbalho ao governo do Estado; e a jornalística, sendo inovador na forma e no conteúdo. Foi graças à capacidade empreendedora do jornalista Laércio Barbalho, mentor do projeto, que o DIÁRIO se tornou hoje um jornal moderno, editorialmente antenado e se situa hoje entre os mais modernos jornais impressos em todo o Norte e Nordeste do país, sendo líder inconteste de mercado no Pará, de acordo com a última pesquisa do Ibope, demonstrando o sucesso inequívoco entre leitores e anunciantes.
Jader Barbalho Filho chegou ao jornal ainda jovem, com 21 anos, em 1998. O DIÁRIO tinha então 16 anos de vida. Com o fôlego de um jovem administrador de empresas que iniciava a vida profissional, se deparou com um quadro difícil. Naquela época, o jornal tinha somente 4% de participação no mercado.
“Trabalhamos muito mesmo. Me qualifiquei e qualifiquei quem trabalhava comigo. Procuramos inovar e investir. Sempre. Dessa forma, fomos transformando esse quadro. Em 2006, oito anos depois, o Diário assumiu a liderança no mercado, numa das maiores viradas mercadológicas que o Pará já assistiu”, rememora o hoje diretor-presidente do jornal. “Conseguimos mudar por completo o jornal editorial e tecnologicamente. Os leitores e anunciantes se juntaram a nós e nos colocaram onde estamos hoje”, destaca Jader.
Atualmente, os números são inquestionáveis: nova pesquisa do Ibope realizada entre 18 e 25 de junho último na Grande Belém aponta o DIÁRIO DO PARÁ como líder absoluto em índice de leitura, superando em 172 mil leitores os dois jornais concorrentes juntos. O jornal aparece ainda com mais de 61% de participação de mercado de leitores habituais, o maior número obtido em toda a série histórica do Ibope. Além disso, o DIÁRIO, mostra a pesquisa, ultrapassou 280 mil leitores diários, ou seja, os que leem jornal todos os dias da semana.
“Há seis anos assumimos a liderança mo mercado de jornais impressos no Pará e trabalhamos diuturnamente para nos mantermos nessa posição, ampliando nossa participação entre os leitores. A última pesquisa do Ibope mostra que estamos no caminho certo, já que nos manteve na liderança.”, destaca Jader Filho.
No início da década de 80, o jornal era impresso na sua primeira sede, na Mundurucus, em uma Marinoni já bastante “rodada”. O DIÁRIO sempre foi pioneiro em novas tecnologia para jornais, começando pelo sistema de off-set no Estado e a fotocomposição, que acelerou o processo de impressão e modernizou o mercado. Hoje, possui a americana DGM 430, uma das mais modernas rotativas do mercado.
Também foi o primeiro jornal a abolir a chapa na impressão e adquirir o Computer To Plate (CTP), que deu um salto de qualidade na pré-impressão do jornal, além de diversos softwares inovadores. Hoje, 30 anos depois, o parque gráfico do jornal ocupa todo o prédio da rua Gaspar Viana e a Redação está na sede da Rede Brasil Amazônia (RBA), em frente ao Bosque Rodrigues Alves.
Diário carrega o povo do Pará no coração
Ao longo desses 30 anos, o DIÁRIO não se contentou em ser espectador da história. Preocupou-se, sobretudo, em ser agente propulsor e disseminador de boas práticas, que auxiliam na melhoria da vida da população e no desenvolvimento do Estado. Editorialmente, o jornal manteve o espírito de ineditismo, oferecendo ao mercado e ao público leitor produtos diferenciados.
Como ostenta no cabeçalho o próprio nome do Estado, o jornal sempre marcou sua trajetória por ser o que mais noticia e destaca as coisas do Pará. Um marco nesse sentido foi o projeto “Orgulho de ser do Pará”, que iniciou concomitantemente em todos os veículos da Rede Brasil Amazônia (RBA) em outubro de 2009.
O projeto nasceu com objetivo de abrir um espaço diário para as pautas positivas do Pará, numa tentativa de levantar a autoestima do povo paraense, mostrando o que o Estado possui de melhor em várias áreas. No primeiro ano, destacou a nossa gente. No segundo, nossas cores e sabores. Na fase atual, na sua terceira edição, o Orgulho destacou nossas riquezas. “Esse projeto é fantástico e sempre buscou resgatar nossa identidade através do que temos de melhor”, diz Jader.
Com o case do Orgulho, o DIÁRIO foi uma das empresas vencedoras do concurso Top de Marketing 2010, promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil - Estado do Pará (ADVB-PA). Precederam o Orgulho projetos inovadores, como “Personalidades Históricas”, “Guia das Profissões”, “Casos Policiais”, “Dr. Responde”, “Investir Bem Imóveis”, “A Era do Ferro” e “Receitas do Chef”, que se tornaram sucesso de crítica e público. “Iniciativas como os Prêmios Diário de Publicidade e de Fotografia e a Escola DIÁRIO de Jornalismo também surgiram para valorizar as ideias da nossa terra”, diz Jader.
O surgimento de mídias e plataformas digitais que possibilitam ao leitor novas formas de conhecimento fez com que o jornal se adequasse a essa nova realidade. O resultado foi a criação, em setembro de 2010, do Diário On Line (DOL), que se tornou o maior portal web da região Norte.
Há 30 anos, quando nasceu, poucos - além do próprio fundador - apostavam que o jornal pudesse alcançar o patamar atual. “Acreditamos firmemente no sonho do meu avô Laércio Barbalho e transformamos um jornal com forte viés político num grande veículo de comunicação aberto a todas as correntes políticas, com foco nos mais diversos assuntos de interesse dos paraenses e líder absoluto no mercado em impressos do Pará hoje. Podemos dizer que o sonho do ‘seu’ Laércio continua vivo”, diz Jader.
(Diário do Pará)
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