Para alguns, é só mais uma virada no calendário; para outros, é motivo de drama, alegrias, delícias e muita reflexão. A chegada dos 30 anos é um momento emblemático na vida de muitas pessoas. Em três décadas de vida, quantas experiências podem ser acumuladas? Para o jornal DIÁRIO DO PARÁ, mais do que notícias, esta edição marca 30 anos de vidas que foram contadas e influenciadas pelos fatos mostrados cotidianamente nas páginas do jornal.
A alguns meses de completar 30 anos de idade, a jornalista Aycha Nunes pode dizer que a vida já mudou em tudo. O motivo foi a chegada de Arthur, seu primeiro filho, que hoje tem nove meses de vida. “Era algo que eu havia estabelecido, eu queria ser mãe antes dos 30 anos e deu tudo certo”, fala.
Para ela, se tornar ‘balzaquiana’ implicou mudanças físicas, psicológicas e a definição de novas metas. “É uma idade emblemática, principalmente por causa da maternidade. Por isso, todas as prioridades mudaram. Atividade física e dieta não só por questão de estética, agora também de saúde. Quando ele tiver 10 anos, eu terei 40 e quero estar com todo o pique para brincar com ele”, diz Aycha. Na verdade, ela reconhece que só um dos planos não poderá ser realizado - a organização de uma festa a fantasia para comemorar os 30 anos. O plano era usar uma fantasia de mulher gato, mas alguns dos quilinhos extras adquiridos durante a gravidez vão adiar a festa. Mesmo assim, nada vai atrapalhar a comemoração. “Acho que a mulher fica mais bonita, mais interessante nessa fase da vida, ela já viveu muita coisa”, ressalta a jornalista, afirmando que o saldo é positivo às vésperas do aniversário. “Não estou no meu peso ideal, mas estou feliz”, diverte-se.
MATURIDADE
Neste momento de reflexão, um fato que marcou a vida de Aycha foi a perda da mãe aos 12 anos de idade. “Tudo mudou a partir daí. Até minhas referências como mãe são baseadas nisso. Comecei a guardar as músicas que ela cantava para eu dormir e canto para meu filho.
Penso que, se deu certo comigo, dará certo com ele. Isso tudo me definiu como pessoa”, revela. A história pessoal da jornalista, assim como a de qualquer cidadão, tem como pano de fundo fatos jornalísticos que marcam profundamente a memória de muitos. “Com o DIÁRIO, acompanhei de perto a repercussão sobre a queda de um edifício na travessa Três de Maio, no ano passado, isso foi impactante na minha vida e na minha carreira”.
Para o artista e professor Pablo Mufarrej, a soma dos 30 anos também foi tranquila. Ele fala que com a idade conseguiu certa maturidade nos seus propósitos. “Até os 20 vamos nos estruturando, depois vamos começando a consolidar e agora aos 30 temos responsabilidades maiores, mais diretrizes de trabalho”, analisa Pablo, afirmando que a idade também foi um momento de reflexão e de redefinições de metas, de definir a linha dos 30 aos 35, aos 40.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar