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Passe Fácil pode ser rápido com documentos em mão

O Passe Fácil Estudantil é o documento que garante a todos os estudantes de instituições públicas ou privadas de Belém o direito de pagar metade do valor da tarifa urbana na Região Metropolitana. Para isso, o aluno deve estar regularmente matriculado e te

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O Passe Fácil Estudantil é o documento que garante a todos os estudantes de instituições públicas ou privadas de Belém o direito de pagar metade do valor da tarifa urbana na Região Metropolitana. Para isso, o aluno deve estar regularmente matriculado e ter seu nome informado pela unidade de ensino à Companhia de Transportes do Município de Belém (CTBel).

Para efetuar o cadastro, o estudante deve procurar um dos dois postos de atendimento informado pela sua escola, que este ano continuam sendo o Mercado de São Brás (Praça Floriano Peixoto, s/n) e Sest/Senat (Av. Augusto Montenegro, km, 12, 765), que funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Segundo o diretor de transportes da CTBel, Paulo Serra, o estudante que ainda não possui cartão pode através do site www.belem.pa.gov.br gerar um formulário com todos os dados, agilizando assim o processo de emissão do documento.

Já no local, o aluno deve comparecer munido de originais e cópias do documento de identidade ou certidão de nascimento, se for menor; comprovante de residência (água, luz, telefone); duas fotos 3x4 coloridas, iguais, recentes e sem carimbos ou marcas. O dia e o local para recebimento do cartão de meia-passagem será informado no protocolo, que será entregue ao aluno no momento do cadastramento.

Quem teve o cartão Passe Fácil Estudantil extraviado, furtado ou roubado pode tirar a segunda via somente no posto do Mercado de São Brás ou no Espaço Palmeira (av. Manoel Barata, entre Padre Prudêncio/Primeiro de Março), que funcionam também em dia e horário comercial, até as 16h.

Na ocasião, devem ser apresentados os originais e cópia dos mesmos documentos exigidos na primeira via, assim como boletim de ocorrência policial, declaração da instituição de ensino e pagamento da taxa de R$ 20,00. Paulo informa que existe a possibilidade de em breve não se cobrar mais taxas para segunda via do Passe Fácil. “Há uma negociação entre o empresariado e a prefeitura de Belém e estamos analisando o caso”, disse. Um dos receios é a duplicidade de documentos, com a utilização do benefício por terceiros.

A declaração dada pela escola terá validade de 30 dias e deverá conter o carimbo da instituição, carimbo e assinatura de um dos funcionários relacionados: diretor(a), vice-diretor(a) ou funcionários autorizados a assinar documentos, designados na ficha cadastral da escola.

Se o cartão estiver danificado, o usuário deve entregá-lo, pagar a taxa de 2ª via e retirar um novo. Estudantes que trocaram de escola no segundo semestre e ainda não tinham feito a emissão do Passe Fácil precisam de uma declaração na nova instituição de ensino, assinalando a transferência.

(Diário do Pará)

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