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Médico falta e compromete atendimento no PSM da 14

A demora no atendimento no Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti, o “PSM da 14”, na manhã de ontem, foi a principal queixa. De acordo com a assessoria de comunicação da Sesma (Secretaria Municipal de Saúde), dois médicos estavam realizando atendimento no

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A demora no atendimento no Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti, o “PSM da 14”, na manhã de ontem, foi a principal queixa. De acordo com a assessoria de comunicação da Sesma (Secretaria Municipal de Saúde), dois médicos estavam realizando atendimento normal no hospital. Mas um médico teria faltado pela manhã, sem aviso prévio, o que teria motivado os atrasos, porém, outro profissional foi chamado e cobriu o plantão.

Atendendo a uma solicitação da prima, Eliliane Monteiro, que veio de Macaranã em busca de socorro na capital, Maria Vitória, 24, estudante guardava desde cedo a ajuda que tardava a chegar. “Ela tá com fortes dores de cabeça, não conseguiu atendimento em Maracanã, e pediu pelo amor de Deus ao meu pai que desse ajuda”, contou.

Para a estudante, alguns funcionários do PSM precisam tratar com mais atenção quem vai ao hospital. “O péssimo atendimento é culpa de uns médicos também. Antes de eles fazerem greve, tem que fazer por merecer o carinho e o respeito da população. A situação ao invés de melhorar parece que piora”, desabafa. Já o fiscal, Manuel Braga, 32, esperava de pé o nome da esposa, Maria do Socorro, ser chamado. “Eu tô aqui desde às seis horas. A gente é tratado muito mal. Não tem um médico!”, reclamou.

em relação às reclamações contra funcionários, a Sesma informa que irá tomar as medidas administrativas cabíveis, além de encaminhar a questão ao Conselho Regional de Medicina para que o caso seja avaliado.

De acordo com a assessoria da Sesma, na escala do PSM da 14 um médico atende os casos menos graves, enquanto outros dois realizam atendimentos mais graves na área de urgência do hospital.

Sobre a paciente Eliliane Monteiro, a assessoria da Sesma afirma, em nota, que o caso da paciente não era considerado grave, especialidade do hospital. De acordo com a assessoria, ela poderia ter buscado atendimento em qualquer Unidade Municipal de Saúde de Belém. “Mesmo assim, por ser um hospital de portas abertas, a paciente foi devidamente atendida e posteriormente liberada após seu quadro ser estabilizado”, completa o texto. No caso da paciente Maria do Socorro, que deu entrada com dores abdominais e vômitos, a assessoria informa que a mesma foi medicada e liberada às 11:45 de ontem.

(Diário do Pará)

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