A Secretaria Municipal de Educação (Semec) do Município de Belém se pronunciou hoje (4) sobre a denúncia feita na noite de ontem (3) por alunos do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem) sobre uma transferência abrupta de escola. Os alunos afirmaram que diretora da escola municipal Miguel Pernambuco Filho, onde estudavam, teria pedido que os estudantes procurassem outro lugar para ter aulas.
Segundo a Semec, a Escola Miguel Pernambuco, situada na rua Roberto Camelier, no bairro do Jurunas, atende apenas alunos da educação infantil e fundamental, até a 5ª série, e estaria atendendo os alunos do ProJovem de forma provisória. A transferência definitiva dos alunos já foi providenciada para a Escola Rotary, que fica no mesmo bairro, na Rua Apinagés.
O motivo da transferência seria, também, o fato de que a escola Miguel Pernambuco encerrará suas atividades por uma semana para reforma da quadra, pintura e troca do mobiliário, tornando-se apta, especificamente, para atender crianças até a 5ª serie.
A Secretaria não se pronunciou sobre a denúncia de que a diretoria da escola teria dito que “todos os alunos do ProJovem, que estudam no local, são ladrões”, conforme relatou um aluno.
O ProJovem destina-se a promover a inclusão social dos jovens de 18 a 29 anos que, apesar de alfabetizados, não concluíram o ensino fundamental.
(DOL)
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