A doméstica Silvânia Santos, 33, esperou das 16h até às 19h de ontem por um médico para o irmão que quebrou o fêmur. Mas ela foi informada no Pronto Socorro Municipal do Guamá, depois que o médico chegou, de que não havia leitos e por isso ele não poderia ser operado naquele Pronto Socorro. Ela considerou “péssimo” o atendimento no hospital.
Por esses e outros problemas, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou que sejam regularizados 8 dos 52 pontos mais críticos do atendimento no PSM do Guamá, onde segundo o MPF, em média, 20 a 27 pacientes são internados nos corredores, até “com doenças contagiosas, como tuberculose pulmonar”.
De 52 pontos avaliados ,apenas nove foram integralmente cumpridos. A Secretaria Municipal de Saúde, em nota, informou que “uma equipe técnica já está trabalhando para responder todas as questões no prazo determinado pelo Procurador, que é de cinco dias”.
(Diário do Pará)
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