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Preço do pescado cai novamente

Segundo estudo divulgado nesta segunda-feira(10) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos - Dieese/Pa, a trajetória de preços do Pescado comercializado na grande Belém no mês de agosto de 2012 e também nos últimos 12 meses,

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Segundo estudo divulgado nesta segunda-feira(10) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos - Dieese/Pa, a trajetória de preços do Pescado comercializado na grande Belém no mês de agosto de 2012 e também nos últimos 12 meses, com base em pesquisas semanais em 10 mercados municipais da grande Belém, com levantamento de preços de 38 tipos de pescado mais consumidos pela população paraense, além dos preços médios do camarão regional e do caranguejo.

Segundo o estudo, no mês de agosto de 2012, a grande maioria do pescado comercializado em mercados municipais da grande Belém voltou a cair de preço pelo quinto mês consecutivo este ano, porém, a situação ainda é de alta quando as informações são cruzadas em relação aos primeiros oito meses de 2012 (de jan-eiro a agosto) e aos últimos 12 meses.

As analises com base nas esquisas semanais, sobre o comportamento do preço do pescado comercializado nos mercados municipais da grande Belém, mostram que no mês de agosto de 2012 e pela quinta vez este ano, a maioria das espécies de pescado comercializadas em mercados municipais da grande Belém apresentara quedas de preços em relação ao mês de julho.

Em agosto as maiores quedas de preços foram observadas nos seguintes tipos de pescado: Cação com queda de 16,09%; seguido da Pratiqueira com queda de 10,39%; do Camurim com queda de 11,35%; da Piramutaba com queda de 9,73%; do Filhote com queda de 4,83%; do Tambaqui com queda de 4,42%; do Tucunarpe com queda de 4,11%; da Pirapema com queda de 4,10%; do Mapará com queda de 3,57% e a Curimatã com queda de preço no mês de 3,23%.

Segundo o estudo, nos oito primeiros meses de 2012, mesmo com os recuos de preços verificados entre abril e agosto deste ano, a grande maioria do pescado pesquisado ainda apresenta altas expressivas de preços no período analisado, e muitos deles superiores a inflação.
Esta situação ainda persiste, em função do absurdo aumento no preço do Pescado, comercializado na Grande Belém no período de novembro de 2011 até a Semana Santa deste ano.

Segundo o estudo, nos oito primeiros meses de 2012 os maiores reajustes de preços foram verificados nos seguintes tipos de pescados: Tamuatá com alta de 50,40%; seguido da Sarda com alta de 43,74%; do Tucunaré com alta de 23,71%; da Pescada Gó com alta de 22,90%; da Tainha com alta de 21,45%; do Bagre com alta de 21,00%; da Traíra com alta de 20,57%; da Piramutaba com alta de 18,33%; do Acari com alta de 15,16%; do Filhote com alta de 14,29%; da Pratiqueira com alta de 12,11%; do Xareu com alta de 11,33%; da Arraia com 10,86%; da Pescada Amarela com alta de 9,46%; do Mapara com alta de 8,20%; da Gurijuba com alta de 6,75%; do Peixe Serra com alta de 6,41% e da Pescada Branca com alta de 6,38%.

O estudo também mostra que poucas espécies pesquisadas apresentaram quedas de preços, os destaques foram: Curimata com queda de 24,79%; seguido do Camurim com queda de 13,30% e do Tambaqui com queda de 12,17%.

(DOL com informações do Diesse/Pa)

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