Uma assembleia organizativa está agendada para às 18h desta segunda-feira (24) na sede do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá, em Belém.
A assembleia organizativa se diferencia da deliberativa pelo fato dos grevistas discutirem ações que serão tomadas para forçar uma proposta por parte da Fenaban que até agora não ofereceu uma que pudesse atender as reivindicações da categoria.
De acordo com o diretor jurídico do Sindicato dos Bancários no Pará, Sandro Mattos, os grevistas detalharão a estratégia que já deve ser posta em prática amanhã (25). "A Fenaban ainda está medindo a força da greve. Estamos esperando uma proposta", diz o diretor.
Os grevistas reclamam que a única proposta que receberam foi no pré-greve quando foi proposto 6% de reajuste salarial, mas as principais reivindicações da categoria estão no PCCS, Plano de Cargos, Comissões e Salários que beneficie também os funcionários de bancos privados.
A contratação de mais funcionários, pois alegam que em 1990, por exemplo, haviam 90.000 agências em todo o país, e que hoje são 450.000. Além do indice de reajuste que é considerado muito baixo.
Até as 19h de hoje o movimento já deve ter uma posição sobre as ações que deverão tomar no sentido de reforçar a greve.
(Kleberson Santos/DOL)
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