Familiares, amigos e colegas de profissão lotaram a capela de Santo Antônio de Lisboa, em Batista Campos, ontem à noite, para assistir a missa de oitavo dia de Walter Guimarães. O jornalista, que assinava uma coluna social no DIÁRIO e era um dos mais experientes profissionais do Estado, morreu no último dia 18, vítima de uma parada cardio-respiratória.
Marcada por muita emoção, a homenagem a ele teve declarações emocionadas dos filhos Walter Rolim Junior. e Goreth Gemina. Goreth disse que sente falta dos telefonemas, das piadas e agradeceu “o amor sublime e incomensurável” que ele tinha por ela. Walter Júnior lembrou que o pai dizia sempre que “jornalista não fala, escreve”.
Ele disse que vivia os melhores momentos da vida com o pai e lembrou o último diálogo que teve com ele sobre família e orientação espiritual.
Augusto Sarmento, sobrinho do jornalista, lembrou que além de alegre e extrovertido, “ele era comilão, uma figura alegre, cativante que deixou como ensinamento a humildade e a simplicidade. Trabalhava com colunismo sem ver cara ou posição social”.
O empresário Joy Colares, amigo de longo tempo de Walter Guimarães, disse que ele era um “grande profissional, que deixava a gente muito à vontade. O jornalismo paraense perdeu um grande profissional”.
(Diário do Pará)
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