Segundo o Dieese a disparada nos preços de produtos básicos tem feito com que os paraenses trabalhem cada vez mais para adquirir os mesmos produtos, tanto nas feiras livres como nos supermercados de Belém. Nos primeiros nove meses do ano (Jan-Set), o feijão teve alta acumulada de preço de 61% e o arroz de quase 31%. A inflação neste período está girando em torno de 4,1%.
A Cesta Básica dos Paraenses custou R$ 262,40 em setembro e, segundo as pesquisas do Dieese/PA, efetuadas até a primeira quinzena deste mês, não existe recuo no preço.
Uma série de fatores tem contribuído para que o povo paraense pague tão caro pela alimentação, entre os quais a importação. Hoje, uma quantidade expressiva do feijão e do arroz consumido no estado são oriundos de outros Estados.
(DOL)
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