Está sendo velado desde às 4h, na Igreja de Nossa Senhora de Aparecida, o corpo do policial civil, vítima de um atentado no bairro da Pedreira.
O investigador da Polícia Civil, José Luís Maia Bojo, de 50 anos, baleado com três tiros no último sábado (20), após ser perseguido por dois homens em uma motocicleta no Canal da Pirajá, no bairro da Pedreira, morreu na tarde de ontem (24) em Belém.
O clima no velório é de muita comoção. Familiares e amigos irão acompanhar o enterro que será às 15h, no cemitério São Jorge, no bairro da Marambaia.
Por telefone, em entrevista ao Diário Online, a esposa do investigador, Maria dos Santos, bastante emocionada, falou apenas que esta é uma perda muito grande para a família.
Entenda o caso
O investigador da Polícia Civil, José Luís Maia Bojo, de 50 anos, baleado com três tiros no último sábado (20), após ser perseguido por dois homens em uma motocicleta no Canal da Pirajá, no bairro da Pedreira, morreu na tarde de ontem (24) em Belém.
O investigador chegou a ser operado em caráter de urgência e se encontrava em estado grave no Hospital da Mulher, mas não resistiu aos ferimentos e veio a falecer.
José Maia trabalhava há 7 anos na Policia Civil e atuava de forma repressiva contra o tráfico de drogas. Antes da sua morte, chegou a receber uma ligação anônima, dizendo que dez policiais civis e militares, entre eles o investigador e um delegado, estariam na lista de traficantes para serem eliminados.
(William Serique/DOL)
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