Mais de 12 mil pessoas visitaram os stands da Exposibram Amazônia 2012, durante os quatro dias da exposição, realizada no Hangar, pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). A 3ª Exposibram Amazônia 2012 foi encerrada, ontem à tarde, com a entrega dos prêmios aos estudantes vencedores do concurso de redação promovido pelo Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral).
Participaram do encerramento oficial do evento, o presidente do Ibram José Fernando Coura, o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior, os secretários de Estado de Educação, Cláudio Ribeiro, e de Indústria Comércio e Mineração, David Leal, além do presidente da Federação dos Municípios do Estado do Pará e prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho, entre outras autoridades.
O 3º Congresso de Mineração, um dos eventos da Exposibram Amazônia 2012, encerrou com a participação de 1.100 inscritos, número que contempla os participantes das palestras e dos workshops. Desse total, 600 estavam inscritos apenas para as palestras e debates do Congresso, 250 para os workshops e outros 250 convidados para o I Workshop de Bauxita e Alumina da Amazônia – que ultrapassou em 150% a expectativa de participantes. Já a Exposição Internacional de Mineração da Amazônia teve a participação de cerca de 100 expositores, entre empresas mineradoras e fornecedoras da indústria mineral. “Foi um sucesso total de público de expositores de congressistas e palestrantes, acima de nossas expectativas” comemorou José Fernando Coura. “Esta Exposibram Amazônia já tem lugar definitivo no calendário nacional, não é mais uma exposição só da Amazônia e do Pará, cada vez mais vai se internacionalizando e daqui para frente esse evento fará parte do calendário brasileiro e internacional”.
Para o diretor de Assuntos Ambientais do Ibram, Rinaldo Mancin, “todos os objetivos foram atendidos, tanto do ponto de vista de promover o contato entre expositores e seu público, de aproximar a mineração da sociedade, como também os objetivos técnicos do evento ao proporcionar palestras e exposições do mais elevado nível”.
Helder Barbalho disse que a exposição “humaniza a relação da mineração com a sociedade paraense e mostra a pujança desse setor”. “O Pará precisa cada vez mais estar numa relação próxima buscando desenvolver o nosso estado, garantir aquecimento econômico com sustentabilidade, com a exploração mineral e sobretudo o desenvolvimento social”.
(Diário do Pará)
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