plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Uso de protetor solar ainda pesa no bolso

De 7 a 10% da população brasileira apresenta alguma lesão ocasionada pelo câncer de pele, mas o uso de protetor solar, um grande aliado na prevenção, ainda é restrito devido ao poder aquisitivo do brasileiro. É o que aponta a Sociedade Paraense de Dermato

twitter Google News

De 7 a 10% da população brasileira apresenta alguma lesão ocasionada pelo câncer de pele, mas o uso de protetor solar, um grande aliado na prevenção, ainda é restrito devido ao poder aquisitivo do brasileiro. É o que aponta a Sociedade Paraense de Dermatologia (SPD), que realizou no sábado uma grande ação com orientação, distribuição de amostras de protetor solar e cirurgias de biópsia e de lesão - como parte do Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele.

Entre 300 e 400 pessoas foram atendidas. “A cada 200 pacientes, 25 são diagnosticados com câncer de pele”, afirma Débora Unger, presidente da SPD. A campanha é realizada há 13 anos, em todo o Brasil, e tem como objetivo identificar os casos de câncer de pele e encaminhar os pacientes para tratamento adequado. “Observamos que melhorou a conscientização do uso do protetor solar, mas as pessoas não usam por uma questão financeira, por não ter possibilidade de comprar”, conclui Unger.

O braçal Expedito Gomes, 68, estava com uma lesão cancerígena no nariz – área do corpo mais exposta ao sol e sujeita a lesões de câncer de pele. Ele passou por cirurgia para retirada da lesão, ontem, gratuitamente. “Começou pequeno e depois foi crescendo”, contou, afirmando que agora usa o protetor solar sempre.

Os cânceres de pele são muito comuns no Brasil (25% dos tumores malignos diagnosticados), e a maioria ocorre por causa do excesso de exposição aos raios ultravioleta do sol.

Pessoas com histórico familiar da doença, de pele e olhos claros, cabelos loiros ou ruivos, albinas, as que se expõem ao sol e a agentes químicos excessivamente e têm muitas pintas constituem a população de maior risco para desenvolver a doença. O tratamento inicial consiste na retirada cirúrgica da lesão e do tecido ao redor. Quimioterapia ou radioterapia são recursos terapêuticos utilizados nos casos mais graves.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!