Essa é a hora de aprender a andar de bicicleta, jogar bola, também de correr atrás dos pombos e jogar pipoca para os peixinhos na praça. A criançada está de férias e os pais têm que decidir para onde levar seus filhos, garantindo a diversão sem pesar tanto no bolso.
Passeando durante a manhã de domingo pelo Portal da Amazônia, a sugestão do “pai-avô” Manoel Ribeiro foi escolher lugares que fiquem longe da tentação de brinquedos e guloseimas, mas que sejam agradáveis para as crianças. Manoel Ribeiro Neto, 4 anos, aprovou a escolha do avô, com o brinquedo trazido de casa, ele se divertiu ao longo de toda a orla.
“Se você for contabilizar, o gasto acaba sendo apenas com suco e água. Ele não é muito de guloseimas, a única que ele não dispensa é um churros”, conta Manoel.
Pelo mesmo local, todos os domingos, um grupo de patinadores passa e faz uma parada para se hidratar. “O grupo faz chamadas por rede social e vai passando de amigo para amigo. A gente faz percursos diferentes e quem quer pode levar os filhos, é só aparecer de patins e se juntar ao grupo”, conta Bruno Vilhena, lembrando também que o bom horário para sair com os pequenos é aquele em que o sol não é tão forte.
FATURAMENTO
Em Batista Campos a “tentação” para as crianças é um pouco maior. Bolas gigantes, carrinhos, aluguel de brinquedos, fica um pouco mais difícil para os pais, mas a diversão das crianças é garantida. Sofia Fontel, 6 anos, corre para todo lado na praça, parece ansiosa por brincar.
“É só chegar aqui que ela tira a sandália e saí correndo. Pede um brinquedo aqui, mais na frente já pede outro, mas a gente tenta dar uma controlada, ensinar que ela não pode ter tudo, e que tem que merecer”, conta Osmar Gomes, pai da Sofia.
Na contramão dos pais ficam os vendedores. Alugando carrinhos elétricos e tempo no pula-pula, Eraldo Santos diz que “dá para negociar, é só conversar com o cliente”. A vontade delas de brincar é o que proporciona seu sustento. “Sete minutos são cinco reais. O período de férias é muito bom, o movimento sempre aumenta, principalmente pela parte da manhã e da noite. Sem a gente aqui a praça não é a mesma. As crianças gostam de ter essas coisas para brincar”, afirma.
PRECAVIDOS
E ainda existem outros lugares recomendados pelos pais, como o Mangal das Garças, o Bosque Rodrigues Alves e o Museu Emílio Goeldi. A última dica, passada pela mãe do Giovane, 2 anos, e o Rafael, 5 anos, é “sempre levar um lanchinho”. E na hora em que os dedinhos apontam pedindo tudo o que há de colorido e doce pela frente, “a gente conversa e explica da melhor forma possível que não dá para comprar tudo, e assim dá pra levar bem o passeio”, diz Viviane Farias, mãe dos meninos.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar