plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 31°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Árvore mais antiga do Museu Goeldi pode cair

O Guajará, a árvore mais antiga do Parque Zoobotânico do Museu Goeldi, passou por uma avaliação, após um de seus galhos ter caído no mês passado. O laudo, feito pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (

twitter Google News

O Guajará, a árvore mais antiga do Parque Zoobotânico do Museu Goeldi, passou por uma avaliação, após um de seus galhos ter caído no mês passado. O laudo, feito pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), apontou algumas recomendações para evitar a queda do vegetal.

A árvore – que tem mais de 150 anos e cerca de 38 metros de altura – nasceu antes do Museu Goeldi. O Guajará do Museu é uma árvore-tipo, ou seja, é tão antiga que foi usada para descrever a espécime. Entre as diversas recomendações, algumas emergenciais já foram adotadas. “Já fizemos o isolamento da área (em frente à jaula das onças), a verificação e eventual poda dos galhos e a adubação orgânica próxima à raiz”, disse Nilson Garbas Jr., diretor do Museu Goeldi. O risco de queda da árvore é pouco provável. Por ora, a área do recinto das onças está interditado para o público. Os visitantes podem ver os animais apenas pela lateral da jaula. Em breve, as onças devem ocupar um novo espaço.

O laudo apresentado pela Esalq recomenda, entre outras medidas, evitar o acúmulo de água nos galhos mais próximos ao solo, manter apenas estruturas permeáveis na área que circunda o vegetal e realizar poda para evitar excesso de peso. O próximo passo para prevenir a queda do Guajará será o estaiamento da árvore (amarrar os galhos da planta ao solo com cabos de aço). O serviço deve ser feito no ano que vem e custará cerca de R$100 mil.

O problema com o Guajará fez acelerar o processo de preservação de outras árvores. “Estamos fazendo o levantamento e monitoramento das espécimes do Museu, inclusive com georreferenciamento”, disse.

Segundo José Amir Lima, agrônomo e responsável pelo setor de flora do Museu Goeldi, a preservação da árvore é de grande relevância. “Como o Guajará é uma árvore-tipo para o cenário botânico, é muito importante. Não há dados de longevidade, mas com esses cuidados ela pode viver mais uns 50, 100 anos”.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!