Pernil, frango, bacalhau, além de frutas e bebidas são fundamentais para a tradicional ceia de réveillon. Mas se o consumidor quiser garantir a festa de final de ano terá que pagar mais caro.
De acordo com as pesquisa do Departamento de Estatística e Estudos Socioenômicos do Pará (Diesse/PA), o preço da alimentação e bebidas está mais caro este ano.
O pernil suíno é um dos produtos alternativos comercializado com reajuste nos supermercados da região metropolitana de Belém pesquisado nos dias 26 e 27 deste mês. O produto teve o preço elevado em média de 33,78% nos últimos meses.
O frango de todos os tipos está mais caro que no mesmo período do ano passado também, o do tipo resfriado teve um reajuste 27,37% e está sendo comercializado em média a R$ 6,05.
Já o bacalhau, comida importada tradicional nas mesas, também esta mais caro em relação ao mesmo período do ano passado com reajustes entre 6,43 % a 15,32%. Os preços médios variam pelo tipo do produto e podem oscilar entre R$ 29,13 a R$ 48.
Os consumidores que optarem pelo pescado na ceia do ano novo, podem ter como alternativa mais barata, o nosso tradicional pirarucu que mesmo apresentando reajuste em relação ao ano passado, tem seu preço bem mais barato que o tradicional bacalhau.
Nos mercados municipais o quilo do pirarucu está sendo comercializado entre R$ 23 a R$ 30.
FRUTAS
Um dos itens mais importantes da ceia são as frutas de época, que também apresentara,m reajustes em relação ao final do ano passado.
Para a ceia de réveillon, a pesquisa do Dieese/PA mostra que entre as que tiveram maiores reajustes nos preços foram: passas claras sem semente (kg), com alta de 65,23%; seguida da cereja fresca (Kg), com alta de 41,98%; das passas escuras sem semente (Kg), com alta de 38,21%; pêra red (Kg), com alta de 35,88%; ameixa seca sem caroço (Kg), com alta de 30,55 % e maçã verde Importada (Kg), com alta de 29,64.
BEBIDAS
No caso das bebidas para este final de ano, a pesquisa mostra que a grande maioria está mais cara que no mesmo período do ano passado. No caso das cervejas, os reajustes não foram uniformes e podem oscilar entre 8,90% até 26%.
Nos supermercados, a cerveja em lata varia de acordo com a marca e o local de compra e pode ser encontrada com preços entre R$ 1,39 a R$ 2,62. Porém estes preços praticamente dobram quando a comercilização é feita nas ruas, bares e restaurantes onde o preço de uma latinha chega a R$ 3.
Os refrigerantes estão com altas entre 7,34% a 17,37 %. O vinho também tem para todos os gostos e para todos os orçamentos, os nacionais podem ser encontrados com preços que variam entre R$ 8 a mais de R$ 20 (tinto, branco ou rose).
O uísque nacional está custando em média R$ 30,46. Já a garrafa do uísque importado em alguns casos chegam a mais R$2.000.
A garrafa do champagne nacional (espumante) pode ser encontrada nos supermercados com preços que oscilam entre R$ 7,80 a R$ 50; na outra ponta aparece o Champagne Importado pode superar R$ 1.000,00.
(Brunno Gustavo/DOL)
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