Festas em todos os cantos da cidade marcaram a programação de fim de ano na capital. Desde a Estação das Docas até as casas de show, não faltaram opções para quem passou a virada do ano em Belém.
Tradicional na cidade, o Réveillon da Estação das Docas recebeu mais de 60 mil pessoas. O público saudou 2013 à beira da Baía do Guajará e depois se esbaldou na Orla, onde foi preparada uma programação eclética marcada pelo som da música produzida no Pará com as apresentações de CaBloco Muderno, Escola de Samba Rancho Não Posso me Amofinar, Théo Pérola Negra e Markinho e banda.
Após a meia-noite, quem esteve na Estação pôde aproveitar desde o show da Escola de Samba do Rancho Não Posso me Amofinar, no palco 1, até o pop rock de Markinho & Banda, no palco 2. “Minha família e eu adoramos começar o ano aqui por causa do clima familiar e das opções de ritmos”, disse o engenheiro civil Marcos Lourenço.
“Tudo muito lindo. Primeiro, a queima de fogos e depois essa mistura de gente e de ritmos, que está animando tudo por aqui. Eu to até aprendendo a sambar”, contou a bancária Isabel Klein, que estava às proximidades do palco 1 ensaiando dançar um samba . A bancária veio de Curitiba com o esposo passar a virada do ano na capital paraense.
CARNAVAL DE SALÃO
Outro espaço badalado na virada do ano, a Assembleia Paraense recebeu mais de 3 mil pessoas, que iniciaram o novo ano ao som do pagode romântico da banda Raça Negra. Atração principal da noite, a banda tocou por duas horas e animou o público com um repertório, que incluiu os grandes sucessos e as músicas do novo projeto. “Gostei de iniciar 2013 aqui, pois sou apaixonada pelo Raça Negra.Posso dizer que comecei com o pé direito”, comentou a advogada Ivone Duarte.
DOUBLE YOU
A cidade também ficou movimentada por conta da apresentação da banda internacional Double You, que agitou a festa de fim de ano do espaço Amazônia Hall Eventos.
Quem optou pelo espaço, também aproveitou o “De volta aos bons tempo”, repertório musical dos DJs Euclides Coelho, Jair Santos e Mico Preto, com os dances sucessos nas décadas de 60,70,80 e 90.
(Diário do Pará)
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