Na balança comercial paraense, o setor mineral responde por cerca de 90% das exportações e é o principal colaborador para o superávit do Estado na relação comercial com outros países. O reflexo é a geração de emprego e renda para a população, com 192 mil postos de trabalho no Estado, entre empregos diretos e indiretos, de acordo com o sindicato do setor.
Além disso, quem pretende seguir carreira em empresas da área não deve se prender às profissões mais associadas à mineração, como engenharia e geologia. Dentre os profissionais que garantem o suporte ao funcionamento da indústria estão, por exemplo, médicos, advogados, jornalistas, motoristas, secretárias ou administradores.
Uma dessas vagas foi preenchida pela bibliotecária Andréia Matos, que atua em uma empresa sediada em Barcarena. "Foi uma grande surpresa, principalmente por ser uma empresa do segmento da indústria de transformação e com forte nome no mercado", ressalta Andréia, que soube da vaga por meio de um anúncio de jornal que indicava a seleção para arquivista.
A bibliotecária trabalha no Arquivo Central da empresa e é responsável por guardar, conservar e organizar toda a documentação da instituição. Para desempenhar a função com mais propriedade, Andréia fez pós-graduação em Especialização de Arquivos.
CURRÍCULO
Para quem deseja conquistar uma vaga neste segmento, cuidados com o currículo e a atualização profissional constante podem facilitar o caminho para um emprego estável e o crescimento profissional.
A coach e especialista em gestão de pessoas Raquel Conde alerta que no setor mineral, por ser uma atividade específica, as empresas buscam profissionais com bom potencial de crescimento para treinar suas especificidades.
"O candidato precisa demonstrar que possui uma boa base de conhecimento e vontade de se desenvolver. O currículo precisa ser atrativo para a vaga em questão. Não adianta espalhar currículo padrão se o candidato quiser um cargo mais específico", adverte.
(DOL com informações da Alubar)
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