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Vacinação tem que ser rotina para todos

É preciso estar alerta para a atualização da carteira de vacinação da família. É errada a atitude de quem limita esse procedimento às campanhas promovidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) como as da poliomielite e da gripe. O alerta vem do Departamento d

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É preciso estar alerta para a atualização da carteira de vacinação da família. É errada a atitude de quem limita esse procedimento às campanhas promovidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) como as da poliomielite e da gripe. O alerta vem do Departamento de Imunizações da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) que pede para que a população tome ciência disto e as novas gestões municipais intensifiquem o trabalho de proteção contra doenças preveníveis, como tuberculose, sobretudo nas crianças e em adultos com mais de 60 anos. Para isso, as Unidades Básicas de Saúde devem disponibilizar diariamente as vacinas.

A diretora do DI, Jaíra Ataíde, explica que as pessoas devem procurar sempre e em qualquer data os serviços públicos de saúde a fim de atualizarem o esquema vacinal.

A diretora esclarece que “a imunização nos primeiros anos de vida ajuda a prevenir a mortalidade infantil e a evolução de outras doenças que podem causar problemas na fase adulta”. Às pessoas com mais de 60 anos, a atenção se volta para a gradual perda da imunidade. O grupo intermediário, que é o da fase adulta, deve se cuidar, principalmente em relação às três doses da vacina contra a hepatite B, duas doses da vacina tríplice viral, que garante proteção contra o sarampo, caxumba e rubéola, três doses da vacina antitetânica e uma dose contra a febre amarela a cada dez anos.

Conforme protocolo do governo federal, as vacinas ofertadas pelo SUS são disponibilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde e enviadas à Sespa para serem distribuídas aos 13 Centros Regionais de Saúde, que abastecem os municípios. A aplicação das doses é sempre de responsabilidade das Secretarias Municipais de Saúde, em salas de vacinação nas Unidades Básicas e nos espaços das Estratégias de Saúde da Família.

Há uma lista de vacinas agrupadas em quatro calendários de rotina (da criança, do idoso, do adolescente e adulto e dos povos indígenas) e mais 13 vacinas diferentes, consideradas de interesse prioritário à saúde pública do país. Além disso, a população também é vacinada nas campanhas nacionais.

TRATAMENTO

Para pessoas que, eventualmente, descobrem que desenvolveram câncer ou que foram infectadas pelo vírus HIV, há todo um tratamento diferenciado quando o assunto é vacina. Em todo caso, a recomendação do Ministério da Saúde é que o paciente seja orientado por especialista médico a procurar um dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), de posse do relatório com o diagnóstico da doença e histórico da patologia, para tomar as vacinas.

(Diário do Pará)

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