O promotor militar Armando Brasil, pediu a prisão preventiva de oficiais do Corpo de Bombeiros de Belém, suspeitos de liberar irregularmente, ou vender o “habite-se”, documento que comprova que um imóvel foi construído segundo as exigências técnicas e que está apto a ser habitado.
A decisão tem como base denúncias feitas pela Divisão de Operações especiais (Dioe) da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros, afirmando que os suspeitos adulteravam o documento para os empreendimentos da construtora Gafisa.
Um dos envolvidos, o Subtenente Alexandre de Oliveira Melo, já teve sua prisão preventiva decretada, mas está foragido. Ele já é considerado desertor da corporação militar. As outras prisões devem acontecer nos próximos dias, segundo o promotor.
O promotor também pediu nesta quarta-feira (30), a vistoria dos empreendimentos imobiliários da construtora Gafisa, para averiguar se os imóveis são seguros para os moradores.
(DOL, com informações do MPE)
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