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Cidade de Emaús receberá programa de cidadania

Como parte de uma ação da Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas (Anamatra) na quinta (14) e sexta-feira (15), das 8 às 17 horas, será iniciado o Programa Trabalho, Justiça e Cidadania (TJC), voltado ao repasse de informações básicas sobre temát

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Como parte de uma ação da Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas (Anamatra) na quinta (14) e sexta-feira (15), das 8 às 17 horas, será iniciado o Programa Trabalho, Justiça e Cidadania (TJC), voltado ao repasse de informações básicas sobre temáticas do Direito do Trabalho, acesso à Justiça, cidadania e educação para educadores da Escola Cidade de Emaús e do Movimento de Emaús, no bairro do Benguí.

O programa reunirá os dirigentes da Associação dos Magistrados Trabalhistas do Pará e Amapá (Amatra8), em especial os juízes Océlio Morais, da 3ª Vara do Trabalho de Ananindeua, e Maria Zuila Lima Dutra, da 5ª Vara de Belém, coordenadores estaduais do TJC, a reitora da Universidade da Amazônia (Unama), professora Ana Célia Bahia, e a diretora do Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ), Cristina Lourenço.

Em dois dias de atividade, professores da Cidade de Emaús serão capacitados sobre o conteúdo proposto, em seminário específico, a fim de atuarem como multiplicadores de informações acerca da garantia dos direitos de crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, junto aos alunos daquela unidade escolar. Em breve outras comunidades em Belém serão contempladas com ações do TJC. “O programa visa a integração social de crianças e adolescentes, a partir dessas informações sobre cidadania”, afirma o juiz Océlio Morais.

O TJC já é desenvolvido em outras regionais da Justiça do Trabalho, e iniciará suas atividades em Belém com essa programação, como parte da iniciativa da Anamatra iniciada em 2004. “A concepção filosófica ou ideária do programa TJC é a inclusão social de crianças, adolescentes e jovens – principalmente os inseridos em grupos sociais excluídos. Leva o TJC para esse público é desafiante porque é como plantar uma semente que precisa ser regada permanente. Portanto, penso que o TJC, no fundo, tem tudo a ver com a formação de consciência cidadã dessas crianças, adolescentes e jovens”, conclui Océlio Morais.

(DOL com informações da Ascom/Unama)

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