Doar sangue é doar vida. Com esse lema, a Fundação Hemopa recebe diariamente em seu centro centenas de pessoas com o intuito de doar todo tipo de sangue para compor o banco de reservas.
Para captar inclusive as pessoas que não tem tempo para comparecer ao Hemopa durante a semana, a Fundação passou a abrir a coleta de doadores também aos sábados. Recebendo a cada final de semana 150 doadores, agora a campanha do Hemopa é incentivar a doação feminina, que apesar da Fundação estar com um nível acima da média nacional, os 30% de doadoras mulheres ainda está muito abaixo do esperado.
“Precisamos fazer as mulheres entenderem que é importante a doação e que não existem restrições. A não ser que ela estava grávida ou amamentando. Mas de resto, só precisa seguir as mesmas normas que servem para todo mundo”, explicou Juciara Farias, gerente de Captação de Doadores do Hemopa. Segundo ela, o incentivo é uma prática antiga que atende a uma solicitação da população.
A estudante Louise Gabay, de 20 anos, veio pela primeira vez realizar doação de sangue. Ela admite ter tomado a iniciativa por conta de uma necessidade na família. “Nunca tinha vindo doar. Tinha vontade, mas sempre colocava impedimentos na frente. Como agora meu sogro está precisando, não pude mais hesitar”, disse a estudante.
Assim como ela, a estudante Amanda Passos, de 21 anos, disse que sempre quis ser doadora, mas que não tinha peso suficiente. “Eu sempre vi a importância de doar sangue. Mas antes não conseguia, porque não tinha peso suficiente para realizar a doação. Mas desde os 18 anos venho tentando doar”, contou. “Doar sangue é importante para salvar vidas e todos deveriam ser conscientes disso”, falou.
(Diário do Pará)
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