Adequação entre segurança e trafegabilidade na rodovia BR-316 é o desafio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O procurador da República, Alan Rogério Mansur Silva, disse durante coletiva à imprensa na manhã desta segunda-feira (25), que o número de acidentes já reduziu nos últimos anos, mas há muito congestionamento.
Além de Mansur, estiveram presentes representantes da Polícia Rodoviária Federal, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Agência de Mobilidade Urbana de Belém (Amub), Prefeitura e Câmara de vereadores de Ananindeua, Prefeituras de Marituba e Benevides e Ministério Público do Estado do Pará (MPE).
De acordo com estudos da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), até 2011 o trecho urbano da BR-316 – que vai do quilômetro zero ao 10 – era considerado o trecho rodoviário mais perigoso do país, com os maiores índices de acidentes, feridos e mortos.
"Foi necessário que o MPF tomasse providências urgentes para diminuir o número de acidentes no local. Durante três anos consecutivos, BR-316 foi a rodovia mais perigosa de todo o Brasil. Atualmente, a rodovia está em 10º em números de acidentes. Conseguimos melhorar os números, mas ainda é preciso diminuir os engarrafamentos", disse Alan Mansur, se referindo ao trecho que vai do quilômetro zero ao 10 da rodovia.
Ainda de acordo com o procurador da República, o maior causador desses congestionamentos são as faixas de pedestres. " A cada pessoa que pisa na faixa, o trânsito para e rapidamente o trânsito fica lento. Muitas mortes foram registradas em faixas de pedestres e uma sociedade que não consegue manter a segurança em cima dessas faixas é algo completamente errado. Isso não podemos mais tolerar", completou Mansur.
(DOL)
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