Representantes de governo, instituições de ensino e pesquisa e do setor empresarial apresentaram, na última quinta-feira, (14) as principais propostas do Pará para auxiliar a elaboração do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação na Amazônia (PCTI/Amazônia). Durante a oficina, diversas sugestões, críticas e desafios foram pontuados pelos agentes atuantes em CT&I no Pará, por meio de um debate aberto.
Um dos consensos levantados foi de que as ações a serem implantadas devem estar vinculadas diretamente ao mercado.As diretrizes foram apontadas durante a oficina de trabalho organizada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).
Propostas estaduais – Os participantes se reuniram em grupos e elencaram as cinco ideias e propostas prioritárias, a partir dos seguintes eixos: Infraestrutura física e institucional; Formação, atração e fixação de recursos humanos e Consolidação e expansão de polos de inovação regional. Em termos de infraestrutura, a sugestão principal foi a de sistematizar uma rede de fibra ótica de grande capacidade, nas capitais e no interior, para interconexão e acesso à internet montada a partir de equipamentos adequados para as condições climáticas da região.
O Pará é o quarto estado amazônico a receber a oficina, que já passou por Mato Grosso, Maranhão e Amapá. As oficinas do CGEE continuarão nos estados da Amazônia, encerrando em abril, no Tocantins. Após a elaboração da versão preliminar do PCTI, na primeira quinzena de agosto, uma segunda rodada de consultas entre os estados da Amazônia será realizada para elaboração final do Plano, prevista para segunda quinzena de outubro deste ano.
(DOL com informações da Agência Pará)
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