Uma moradora do bairro da Pedreira, em Belém, denuncia que um terreno abandonado, localizado na travessa Vileta, é um gigante foco de mosquitos transmissores da dengue. Segundo ela, o matagal e o lixo tomam conta do espaço.
A moradora, identificada apenas como Neide, cobra das autoridades providências que possam minimizar o problema, comparando o terreno com a Floresta Amazônica. "Gostaria de saber se alguma providência será tomada em relação ao terreno baldio e abandonado, que faz inveja à Floresta Amazônica de tão alto que se encontra o mato, antro dos aedys aegyptis, que fazem verdadeiras festas no local", protesta a moradora.

Mato toma conta do local onde mosquitos encontram condições adequadas para a proliferação. Foto: Internauta / DOL
De acordo com a denunciante, o matagal da travessa Vileta fica entre duas ruas movimentadas do bairro a travessa Antônio Everdosa e a avenida Pedro Miranda. No local, funcionava uma antiga oficina automotiva. Segundo Neide, os parentes do responsável pelo imóvel residem ao lado do terreno.
A moradora tirou várias fotos do local e alerta que as autoridades já foram avisadas da situação, mas que até o momento nada foi feito, na área o medo dos moradores é constante, até mesmo do tipo mais grave da doença. "Já houve vários casos de dengue na vizinhança e acredito que, quando começar a falecer pessoas de bem, acometidas da dengue hemorrágica, e iniciar um estardalhaço na imprensa, talvez atendam essa denúncia" ressalta.
em nota a Prefeitura de Belém esclareceu ao DOL que por se tratar de uma propriedade particular, a Secretaria Municipal de Saneamento (Sesan) só poderá ter acesso ao local através de decisão judicial. Além disso, informa que a Secretara Municipal de Saúde (Sesma), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde, esteve no endereço citado no mês de fevereiro, quando fez uma vistoria na área.
(Kleberson Santos/DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar