Há poucos dias da Semana Santa, o preço do pescado comercializado nos principais supermercados de Belém continua caro, segundo pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pa), de janeiro a 20 de março deste ano. Os reajustes não foram uniformes, mas em alguns casos chegam a mais de 30%, enquanto que a inflação calculada para o mesmo período não ultrapassa os 2%.
De acordo com o Dieese/Pa, nos primeiros 20 dias do mês de março, dos pescados comercializados inteiros, o maior reajuste verificado foi no quilo do peixe serra, que teve alta de 9,17% (os preços variam de R$ 9,40 a R$ 13,00 ), seguido do quilo do camurim, com alta de 3,18%, do quilo da dourada, com alta de 3,09%, do quilo da tainha, com reajuste de 2,89%, do quilo da pratiqueira, com reajuste de 2,88% e da pescada amarela, com alta de 2,42% (os preços variam de R$ 18,90 a R$ 27,90).
Nos primeiros dias de março, poucas espécies de pescado comercializadas integralmente apresentaram redução de preços, como o quilo do filhote, com queda de 4,46%; da sarda, com queda de 2,93%; da gurijuba, com queda de 2,49% e a pescada branca, com queda de 1,65%.
Enquanto os preços do pescado continuam em alta, uma série de providências estão sendo tomadas pelo Governo do Estado no sentido de garantir o abastecimento do pescado em todo o Pará.
(DOL com informações do Dieese/PA)
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