Pelo menos duas entidades, sendo uma delas do Pará, já deram entrada, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, com ações de interpelação judicial contra o ministro Edison Lobão, de Minas e Energia, e o diretor geral do DNPM, Sérgio Augusto Dâmaso de Sousa.
A primeira, impetrada em 27 de novembro do ano passado, teve como autor o Simioespa, com sede em Itaituba. A segunda foi protocolada apenas duas semanas depois, em 11 de dezembro, pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral, a ABPM.
As duas entidades querem que o ministro esclareça em que bases legais ele se amparou para ordenar a suspensão da publicação de alvarás de pesquisa e concessões de lavra de bens minerais metálicos e fertilizantes.
Já o diretor geral do DNPM deverá explicar, conforme solicitado na interpelação judicial, em que ato normativo se fundamenta a interrupção das outorgas, os seus fundamentos, extensão, condições e prazos.
O Ministério de Minas e Energia e o Departamento Nacional da Produção Mineral deverão também fornecer dados sobre a quantidade de alvarás de pesquisa e portarias de lavra que estão, desde 23 de novembro de 2011, com emissão dos respectivos títulos suspensos.
À Justiça, o Simioespa e a ABPM solicitaram ainda que seja determinado ao ministro e ao diretor do DNPM o cumprimento da legislação em vigor.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar