Uma aluna de quatro anos da Unidade Educacional de Ensino Infantil Aureliano da Costa, no município de Ananindeua, recebeu o diagnóstico de febre tifoide, no último domingo. Uma doença infectocontagiosa causada pela ingestão de uma bactéria em alimentos ou água contaminada. O diagnóstico veio de uma clinica particular, depois de três dias. Segundo Laís Serique, a mãe da criança, a bactéria foi contraída na escola. “Ela não foi a semana toda para a aula, na sexta ela foi e voltou passando mal já. Vomitou, teve febre alta e dor de cabeça. No sábado, levei ela ao hospital e teve uma suspeita de gastroenterite, melhorou e foi liberada. Em casa voltou a passar mal, levei ao hospital novamente e foi diagnosticada a febre tifoide. Ela só pode ter se contaminado no colégio”, revelou.
Alguns funcionários da escola, que preferiram não se identificar, garantem que cerca de 10 crianças apresentaram vômito, febre e diarreia, mas nenhum diagnóstico foi confirmado. A gestora da unidade, Diana Ferreira, garante que não há riscos de contaminação no colégio. “Temos 279 crianças e nenhuma delas teve febre tifoide, esse foi um caso isolado de uma aluna que não tem grande assiduidade na escola. Ainda assim, a Vigilância Sanitária já veio aqui e constatou que os alimentos estão bem armazenados, respeitando a validade, e a água não está contaminada”, afirmou. A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informou que só há dois casos confirmados no município de Oriximiná e um em Breves, de febre tifoide, em todo o Estado.
(Diário do Pará)
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