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Sindpol comenta sobre demissões de policiais

O Sindicato dos Servidores Públicos da Polícia Civil do Pará (Sindpol) realizou na tarde desta terça-feira (30), uma coletiva de imprensa para comentar sobre a demissão de seis agentes da corporação publicada no Diário Oficial de hoje, entre eles o invest

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O Sindicato dos Servidores Públicos da Polícia Civil do Pará (Sindpol) realizou na tarde desta terça-feira (30), uma coletiva de imprensa para comentar sobre a demissão de seis agentes da corporação publicada no Diário Oficial de hoje, entre eles o investigador Gibson da Silveira Pontes, vice-presidente do sindicato.

O presidente do Sindpol, Rubnes Teixeira, afirma que o caso se trata de manobra política. "Isso é uma retaliação por todas as denúncias que o sindicato vem apresentando. Nós mostramos que a Polícia Civil está com péssimas condições, com falta de policiais, à beira de um colapso, e o Governo usa essas demissões como forma de nos enfraquecer”.

Rubens afirma ainda que as ações do sindicato vão continuar. "Ainda estamos lutando pelas melhores condições de trabalho. Estamos finalizando um dossiê sobre as irregularidades das delegacias no interior do Estado, para mostrar o abandono da Polícia”, afirma.

O investigador Gibson Silveira, um dos exonerados, também criticou o afastamento. "Eles utilizaram um processo de 2010, que estava parado por falta de materialidade, para me afastar. Nunca foi provado nada. Nosso judiciário já entrou com um recurso contra a exoneração", afirma. O Sindpol ainda afirma que Gibson possuía uma imunidade contra a demissão, devido ao fato de ocupar cargo sindical.

O Sindicato realiza na tarde de hoje uma manifestação em frente à sede da Delegacia Geral do Pará, na avenida Governador Magalhães Barata, no bairro de Nazaré, para protestar contra as demissões.

A Polícia Civil informou aoDOLque todos os servidores demitidos foram afastados pela prática de procedimentos irregulares que foram julgados pela Delegacia Geral do Pará na legalidade da lei, e que a avaliação de qualquer recurso não é competência da Polícia, mas sim da Justiça do Pará.

(Gustavo Dutra/DOL)

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