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Prefeitura culpa ex-gestão pelos problemas do Samu

A Prefeitura Municipal de Belém (PMB) acusa a administração de Duciomar Costa, que foi prefeito de janeiro de 2005 a dezembro de 2012, como responsável pelas irregularidades no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em Belém. Na sexta-feira

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A Prefeitura Municipal de Belém (PMB) acusa a administração de Duciomar Costa, que foi prefeito de janeiro de 2005 a dezembro de 2012, como responsável pelas irregularidades no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em Belém.

Na sexta-feira (3), a Associação dos Servidores do Samu Belém (Assamu) e o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde Pública do Estado do Pará (Sintesp) denunciaram a falta de viaturas do Samu, que trabalhava com apenas três viaturas para atender a demanda.

Com base nas denúncias apresentadas pela categoria, a vereadora Sandra Batista fez um requerimento na Câmara Municipal de Belém (CMB) para cobrar explicações e soluções para as irregularidades no Samu.

Segundo a categoria, as viaturas reduziram por falta do pagamento das oficinas que prestam manutenção aos veículos. Os servidores também alegam que a população ribeirinha das ilhas está há bastante tempo sem o serviço da lancha que dá cobertura aos moradores da localidade.

Mas, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), a prefeitura recebeu apenas quatro das 20 ambulâncias que havia na gestão do ex-prefeito. As outras 16 deixaram de operar por falta de manutenção ou substituição dos veículos na administração passada.

A secretaria também informa que já recebeu do Ministério da Saúde quatro das sete ambulâncias que deveriam ser entregues em 2012. Segundo a Sesma, houve um atraso na liberação porque a gestão anterior deixou de pagar R$ 29 mil que eram necessários para o seguro e o transporte dos automóveis até Belém. As outras três ambulâncias devem chegar ainda esta semana.

Apesar das explicações, a direção do Assamu segue insatisfeita. “Não houve melhora. O serviço continua capenga. Devido à pressão feita pela imprensa, no dia seguinte após as denúncias eles (prefeitura) colocaram cinco ambulâncias, mas no mesmo dia uma parou à noite. No dia seguinte, continuamos trabalhando apenas com quatro. As providências estão sendo tomadas, mas de forma lenta”, critica Carlos Haroldo Costa, um dos diretores da associação.

(Jorge Luís Rodrigues/DOL)

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