A Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq), em sua sede no Baixo Amazonas, investe na produção de alevinos e pós-larvas de espécies tropicais que vêm contribuindo para o desenvolvimento da piscicultura na região. A Estação de Aquicultura Santa Rosa, localizada em Santarém, doa alevinos e pós-larvas para instituições de ensino e sociedade civil organizada (associações, cooperativas, pequeno produtor rural, entre outros), além de órgãos municipais ligados ao setor, o que fomenta a pesquisa e a produção do pescado paraense.
No primeiro trimestre de 2013, a produção já atingiu o total de 281.300 alevinos, sendo 216.300 de tambaqui, 41.000 de tambatinga e 24.000 alevinos de pirapitinga. Em relação às pós-larvas, o total é de 4.550.000, sendo 2.550.000 de tambaqui e 2.000.000 pós-larvas de tambatinga. No mesmo período já foi possível ultrapassar a produção de pós-larvas dos primeiros três meses de 2012. No total, foram atendidos 13 municípios com doação de alevinos e mais 10 municípios com doação de pós-larvas.
Entre os municípios beneficiados com os alevinos estão Altamira, Santarém, Itaituba, Monte Alegre, Óbidos, Oriximiná, Rurópolis, Juruti e Vitória do Xingu. Já com a doação das pós-larvas, Alenquer, Altamira, Belterra, Terra Santa, Terra Alta, Tucuruí, Santarém e Uruará.
Durante o ano de 2012, a produção total de alevinos foi de 1.212.500, sendo distribuídos 814.000 de tambaqui e 398.000 de tambatinga. Em relação às pós-larvas, a produção total foi de 4.360.000, sendo distribuídas 3.560.000 de tambaqui, 600.000 de tambatinga e 200.000 de pirapitinga. Ao longo do ano, 22 municípios foram atendidos com alevinos, enquanto que para pós-larvas foram 12 municípios.
Alevinos são peixes recém saídos do ovo e que já reabsorveram o saco vitelino ou, no caso dos ovovivíparos, são peixes recém-nascidos. Os alevinos são importantes na piscicultura, havendo estabelecimentos que os produzem em grandes quantidades, para venda. As pós-larvas são classificadas como o processo de crescimento anterior ao dos alevinos. É quando os milimétricos peixinhos devem ser contados e distribuídos aos viveiros externos ou tanques de alevinagem intensiva.
(Agência Pará)
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