Já foi iniciada a temporada de "caça" ao corpo perfeito. Para chegar às praias no mês de julho com tudo em cima, a hora é de intensificar os treinos de musculação e ginástica para daqui a menos de dois meses exibir os resultados no mês mais quente do ano. As academias já estão lotadas e os chamados "malhadores do verão" invadem os espaços à procura dos melhores serviços, custos-benefícios, sem, lógico, esquecer dos cuidados e precauções.
O DOL inicia, nesta semana, uma série de reportagens com dicas para o verão 2013. Você que está "suando" nas academias de Belém, terá várias informações sobre o cuidado com o corpo, assim como orientações sobre cuidados com a saúde, alimentação equilibrada e as muitas novidades para os exercícios serem executados adequadamente.
A busca pela saúde e boa forma
A movimentação nas academias, se colocada na ponta do lápis, mostra que o seguimento de fitness e malhação movimenta a economia paraense, desde a contratação de profissionais de educação física até a comercialização de produtos e serviços.
Pensando na melhoria da silhueta para a estação do calor, e consequentemente na própria saúde, a empresária Dina Carvalho, de 28 anos, iniciou, na semana passada, os treinos de musculação em uma das academias da cidade. O custo inicial, só com a primeira mensalidade, foi de R$ 305, fora as taxas de matrícula e avaliação física.
Segundo Dina, alguns fatores influenciaram para o desembolso da quantia. "Os diferenciais de serviços oferecidos e o conforto de ter um estacionamento privativo pesaram a favor. A diversidade de aulas e horários variados me ajudaram na escolha", afirma a empresária.
Com o mesmo objetivo, o jornalista Ronaldo Oliveira estabeleceu que não quer levar uma vida sedentária, por isso também buscou qualidade de vida. "Aprovetei um estabelecimento com um valor bem mais em conta para malhar. Hoje, eu pago R$ 120 para me exercitar três vezes por semana. A questão é fugir do sedentarismo, quero praticar uma atividade física, não dá só pra trabalhar. Não pretendo ter um infarto", disse Ronaldo.
As aulas de Kangoo Jump estão entre as novidades que as academias apresentam (Foto: Rogério Uchoa/Arquivo)
De acordo com o Conselho Regional de Educação Física (Cref), entidade responsável por regulamentar o funcionamento das academias, desde a comercialização do serviço a atuação legal dos profissionais, cerca de 350 espaços funcionam no Pará. Deste número, a impressionante constatação é que apenas 46, menos de 25%, estão regulamentadas pelo conselho e, por conta disso, as notificações ocorrem diariamente.
Para se cadastrar no Cref e se adequar às normas, basta o proprietário do estabelecimento atender as exigências básicas de inscrição, como apresentar a documentação necessária que é o CNPJ, o IPTU e a comprovação de um Responsável Técnico, um profissional de Educação Física, que responda tecnicamente pelo estabelecimento. É cobrada uma taxa única para a inscrição no Conselho Federal de Educação Física, após a avaliação uma anuidade será cobrada para o funcionamento do local.
SERVIÇO
As academias apresentam preços diferenciados por apresentarem vários serviços muitas vezes específicos e exclusivos. Na pesquisa do DOL verificamos que os valores das mensalidades podem ter até R$ 310,00 de diferença. Desta forma, classificamos as academias em três seguimentos, são eles:
Alto Nível - De R$ 250 a 350
Nível Médio - De 100 a 250
Acessível - R$ 40 a 100
MEXA-SE
No entanto, o preço não é desculpa para ficar parado. Existem opções de áreas de lazer e práticas de exercícios ao ar livre na capital paraense que não geram custos, como as corridas e caminhadas em praças e espaços públicos, além das academias gratuitas espalhadas por praças de vários bairros de Belém.
OPÇÕES
As praças Batista Campos, Amazonas e Brasil, e o Portal da Amazônia, as avenidas Duque de Caxias e João Paulo II, Mosqueiro, e no distrito de Icoaraci são alguns dos locais comuns à prática de atividades físicas ocasionais.
(Kleberson Santos e Diana Verbicaro/DOL)
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