Um dos principais motivos de mortes de pessoas da terceira idade será discutido em uma palestra. “Fratura no idoso: o que há de novo?” é o tema do encontro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT-PA), na próxima quinta-feira (23), em Belém. O debate vai orientar médicos e estudantes das áreas da saúde sobre as consequências e como evitar as fraturas.
Associados a um histórico de outras doenças, como diabetes, doenças cardíacas e hipertensão, os traumas podem ocasionar problemas mais graves para as pessoas acima de 60 anos, de acordo com o médico Hermes Feitosa.
Um estudo publicado pela Fiocruz sobre a mortalidade acumulada durante um ano de pesquisa, em uma amostra com 250 idosos, aponta 25,2% e 4% para idosos com e sem fratura grave, respectivamente. A mesma pesquisa revela que o tipo mais comum de fratura encontrada foi da anca, a região do quadril com 72%, seguido por braço e antebraço com 19%.
Para evitar acidentes com os idosos, Feitosa faz algumas recomendações. “É importante verificar se o espaço está bem iluminado para idoso, já que eles geralmente têm algum tipo de deficiência na visão. Evitar pisos muito lisos, pois quanto mais aderente menor é o risco de queda. A hora do banho também merece cuidado pelo fato de o local ser, normalmente, mais escorregadio”, explica.
SERVIÇO
Reunião Clínica “Fratura no idoso: o que há de novo?”. Nesta quinta-feira (23), às 19h30, na Estação Saúde da Unimed (Rua Senador Manoel Barata, nº 1508, Bairro Reduto)
(DOL)
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