Em abril deste ano, o emprego Formal no setor extrativo mineral no estado do Pará, voltou a apresentar saldo negativo na geração de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (27), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
A pesquisa mostra saldo negativo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados com decréscimo de 0,66%. Foram feitas no setor em todo o estado do Pará 110 admissões e 234 desligamentos, no último mês, gerando saldo negativo de 124 postos de trabalho.
No mesmo período do ano passado, a situação do emprego no setor foi inversa. Na época, foram realizadas 376 admissões e 179 desligamentos, gerando um saldo positivo de 197 postos de trabalho.
As análises mostram ainda que no mês de abril deste ano, no setor extrativo mineral, a maioria dos estados da região Norte apresentaram saldos positivos de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados, com destaque para o estado Tocantins com saldo de 26 postos de trabalho, seguido do Acre com 14 postos de trabalho. Na outra ponta, o destaque negativo ficou com o estado do Pará com a perda de 124 postos de trabalho.
Ainda de acordo com as análises do Dieese, em abril foram feitas no setor extrativo mineral, em toda a região Norte, 327 admissões e 401 desligamentos, gerando um saldo negativo de 74 postos de trabalho, com decréscimo de 0,29% na geração de empregos formais.
O estudo sobre a flutuação dos postos de trabalho no setor extrativo mineral no Pará, nos quatro primeiros meses de 2013, mostra saldo negativo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados com queda de 0,57%.
Segundo os dados analisados, de janeiro a abril deste ano foram feitas em todo o Pará, 837 admissões e 944 desligamentos gerando um saldo negativo de 107 postos de trabalho.
No mesmo período do ano passado, o setor apresentou crescimento de empregos formais, foram feitas na época 1.676 admissões e 689 desligamentos, gerando um saldo positivo de 897 postos de trabalho.
As análises mostram ainda que a maioria dos estados apresentaram saldos positivos de empregos no comparativo entre admitidos e desligados. Neste período, o estado do Amapá foi quem apresentou a maior geração de empregos formais, com saldo positivo de 98 postos de trabalho, seguido do Tocantins com 43 postos de trabalho. Também no mesmo período, o estado de Pará foi quem apresentou a maior perda de empregos formais com saldo negativo de 107 postos de trabalho, seguido de Rondônia com saldo negativo de 45 postos de trabalho.
Em 2013, foram feitas em toda a região Norte, 1.715 admissões e 1.702 desligamentos, gerando um saldo positivo de 13 postos de trabalho, com crescimento de 0,05% no emprego formal.
Nos últimos 12 meses houve saldo positivo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados com crescimento de 3,40%. No período foram realizadas no estado do Pará, 3.115 admissões e 2.499 desligamentos.
Neste período, a maioria dos estados apresentaram resultados positivos entre admitidos e desligados. O Pará, foi quem apresentou a maior geração, com saldo positivo de 616 postos de trabalho, seguido do Amapá com 217 e do Tocantins com saldo positivo de 103 postos de trabalho. Na outra ponta, o destaque negativo foi o estado de Rondônia com a perda de 55 , seguido do Amazonas com a perda de 38 postos de trabalho.
Nos últimos 12 meses, foram feitas em toda a região Norte, 6.009 admissões e 5.120 desligamentos, gerando um saldo positivo de 889 postos de trabalho, com crescimento de 3,66%.
(DOL, com informações do Dieese)
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