A Copa das Confederações 2013 é o primeiro passo para a tão sonhada Copa do Mundo do Brasil, a primeira em nossas terras após 64 anos. E o torcedor paraense já éstá no clima da competição.“Acho que a seleção brasileira vai ser campeã da Copa das Confederações. Um pouco na marra mas vai. Acredito que ela passa da primeira fase sem vencer todos os jogos, mas depois cresce na competição” afirmou o Engenheiro da Computação Diego Marcelo, 24. Apaixonado por futebol ele está na expectativa pela Copa das Confederações - “Senti falta da seleção jogar mais vezes na Arena Pernambuco e de só jogar no Maracanã se chegar na final, mas acredito que tanto na Copa das Confederações quanto na Copa do Mundo o Brasil leva a taça” assevera Diego.
E pensando em torcedores como ele o DIÁRIO lança nesse domingo (9/6) a série Miniestádios do Brasil, com miniaturas dos estádios que receberão jogos da Copa das Confederações e informações detalhadas para o torcedor não perder nenhum lance.
Pela primeira vez a Copa das Confederações será disputada no país e vai receber um número recorde de seis sedes (Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador). A série Miniestádios do Brasil será composta de 6 fascículos encartados aos domingos. Cada fascículo terá 16 páginas e apresentará os estádios que vão sediar a competição, com informações completas e atualizadas sobre sua história, as reformas transcorridas para receber as Copas e curiosidades em geral sobre os estádios, o futebol brasileiro e as capitais que receberão a competição.
O grande diferencial dessa série serão as miniaturas em papel dos estádios. Eles serão montados, cada um, em 3 etapas. As 3 pranchas com os moldes para recorte e cola serão encartados durante a semana – a primeira delas aos domingos, junto com o fascículo, a segunda às terças e a última às sextas.
ARQUIBANCADAS
“Ir ao estádio é uma catarse, é muito diferente de assistir um jogo pela televisão. Nos estádios você grita, xinga, esbraveja e comemora com uma massa” definiu a bibliotecária Walteiza Chaves Costa, frequentadora do Mangueirão e estádio da Curuzú. Esse sentimento que permeia cada torcedor é a paixão que o futebol desperta. Cada estádio se torna um templo para esse torcedor e o contato com as arquibancadas traz tantas memórias e recordações, que, mais do que espaços para eventos esportivos, os estádios do Brasil são também pontos turísticos, que recebem visitas guiadas.
Cada estádio que receberá jogos da Copa das Confederações e Copa do mundo tem uma história para o futebol brasileiro e regional. Mais do que uma simples apresentação, a série Miniestádios do Brasil visa resgatar essas histórias e a importância de cada um desses palcos.
Em cada um dos fascículos haverá uma sessão para rememorar os feitos e momentos importantes de cada arena, alguns nem sempre ligados ao futebol. Uma das lembranças mais fortes relacionada ao estádio Castelão, em Fortaleza, é da visita do Papa João Paulo II, em 1980, que reuniu mais de 120 mil pessoas – e estima-se, quase 800 mil do lado de fora. O estádio da Fonte Nova, em Salvador, viu o Brasil disputar a decisão da Copa América de 1983, quando não conseguiu superar os eternos rivais Uruguaios. Mas, em termos de dramaticidade, nenhum estádio supera o Maracanã.
Construído para a Copa de 1950, o estádio assistiu goleadas históricas da seleção brasileira naquela competição, como os 6x1 sobre a Suécia e o 7x1 sobre a Espanha, mas ficou marcado pela derrota por 2x1 para o Uruguai na final diante de 200 mil expectadores. Trinta e nove anos depois, no mesmo Maracanã, mais uma vez tendo o Uruguai como adversário, conquistou uma vitória por 1x0, gol de Romário, e quebrou um tabu de mais de 50 anos sem conquistar a Copa América.
(Diário do Pará)
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