Assim que foram divulgadas as denúncias sobre maltratos e possível extermínio de cães na cidade paraense de Santa Cruz do Arari, internautas do Pará, Brasil e inclusive do mundo, começaram a se manifestar nas redes sociais, indignados com a situação.
Embora não seja o órgão responsável pelas investigações do caso, o Ministério Público Federal do Pará (MPF/PA) já recebeu mais de 500 manifestações com mensagens vindas de várias partes do mundo. A informação foi repassada através do Twitter, pelo procurador federal Alan Mansur.
De acordo com Mansur, além de tweets, os internautas também estão se manifestando por e-mails, repudiando os maus-tratos. "Os e-mails foram encaminhados ao Ministério Público do Estado do Pará, que é o órgão que tem atribuição para investigar o caso das mortes de cães no Marajó", afirma o procurador.
O Ministério Público do Estado (MPE) já instaurou inquérito para investigar as denúncias.
ATO DE REPÚDIO
Com a repercussão do "sumiço" dos cachorros em Santa Cruz do Arari, no arquipélago do Marajó, a população planeja realizar um ato de repúdio no próximo domingo (9), às 9h, na Praça da República, em frente ao Theatro da Paz, em Belém.
PREFEITO
Na tarde desta quinta-feira (6), em entrevista concedida à Rádio Clube do Pará, o prefeito de Santa cruz do Arari, Marcelo Pamplona, afirmou que estará na cidade acompanhando os trabalhos da Delegacia de Meio Ambiente (Dema) e do Ministério Público Estadual (MPE).
“Amanhã (7), estaremos no município acompanhando os trabalhos da Delegacia de Meio Ambiente. Se houver excessos, funcionários envolvidos nisso (maltrato e possível estermínio aos cachorros), serão punidos e nós não compartilhamos atos de selvageria. Vamos ajudar nas investigações e também tomar providências sobre as pessoas que estão caluniando o prefeito e a cidade”, afirmou Pamplona.
(Kleberson Santos/DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar